Alô Amigo!!!!!

Neste domingo abordarei o tema violência, novidade! Mas a violência verbal e não a física, pois o inadmissível aconteceu mais uma vez nesta semana, quando torcedores peruanos do Real Garcilaso ofenderam o meia Tinga do Cruzeiro, na partida pela Copa Libertadores da América.

O futebol se envergonha com atitudes antidesportivas de pessoas que não querem a diversão e sim a destruição da imagem deste esporte.

Estamos à meses nesta tribuna defendendo o tema de um ambiente mais condizente e harmonioso perante os “rivais de arquibancadas”, todavia não se há maneira de conter os baderneiros de plantão. Quando não são brigando e quebrando tudo, é ofendendo sem medidas os atletas, com palavras de ordens e essa que o extremo de todas – a discriminação racial.

O curioso é que um país que tem a miscigenação por completo, não se pode agir com total falta de ética e de respeito com foi feita com o experiente jogador cruzeirense. Na Europa esse tipo de atitude é mais comum, mesmo falando de um continente de primeiro mundo, aliás não existe grau de cultura, quando se maltrata qualquer cidadão. Mas o que vemos quanto maior a classe social, mas discriminador é a pessoa.

Em partida válida pelo campeonato russo entre Anzi, time do brasileiro, e Krylia Sovetov, um torcedor da equipe adversária jogou uma banana no lateral e capitão do time, Roberto Carlos. Indignado com a atitude da torcida, o lateral-esquerdo tirou a braçadeira de capitão e abandonou o jogo. Atitude corretíssima para responder uma ação inútil de um imbecil.

Se o tema é respeito e violência, indiferente verbal ou física, na sexta-feira, Corinthians e Palmeiras que se enfrentam no Pacaembu decidiram realizar uma coletiva em conjunto para promover a paz nos estádios. A intensão dos presidentes Mario Gobbi e Paulo Nobre, corinthiano e palmeirense respectivamente, foi muito condizente para o momento vivido no futebol, porém marginais não aceitam opiniões e nem orientações, marginais querem a desordem, eles irão se “organizar para destruir” é isso que esses “organizados” sabem fazer. Veja quando um grupo esta junto o que se faz, desordem, exemplo real do caso do rojão atirado por um manifestante no cinegrafista Santiago Andrade, da Band, que resultou em sua morte. Se esse assassino não estivesse em grupo, não teria coragem para acender esse artefato.

Então, se você que pensa que o ser-humano pode se humanizar de verdade, esqueça! Os anos passarão e eles piorarão a cada fração de segundos, porque o homem moderno pode tudo e não respeita o espaço do próximo e a falta de limites lhe dá o direito de agir com as próprias mãos e nesta luta, vence o mais forte, quando não se é parado com recursos mecânicos ou externos, no caso das armas de fogo.

Voltando ao caso Tinga, espero que ele não se abata e continue sendo esse homem integro e como foi ventilado, na mídia mineira, que os filhos não fiquem com esse sentimento de derrota perante a essa situação.

Bom domingo!