Alo Amigo!

Até quanto vale jogar pelo o seu país? Será que o esporte brasileiro perdeu a paixão dos seus atletas? O dinheiro fala mais alto quando temos que representar a nossa nação?

Essas são algumas questões que precisam ser feitas para os nossos atletas, indiferente das modalidades esportivas, pois tivemos problemas com as estrelas brasileiras que jogam na NBA e mancharam a maravilhosa história de Oscar em cia e, nesta semana, a desistência de Diego Costa em não querer vestir a camisa canarinho e preferir as cores da fúria espanholas.

Realmente o brasileiro não é um povo patriota e a cada dia é demonstrado com atitudes de pessoas públicas que veem oportunidades em se tornarem notáveis em suas respectivas atividades.

Mas isso tudo se começa na escola, quando não mais se tem a iniciativa de passar para os respectivos alunos a importância dos símbolos nacional – hino, brasão e a bandeira. E reforço que é lei a execução do hino nacional, pelo menos uma vez por semana, nas escolas públicas. Todavia os líderes das instituições não fazem valer a legislação.

Com esse pouco caso vindo dos bancos escolares, como vamos cobrar afeto, respeito ou simplesmente honra para quem não foi instruído corretamente a ter atitudes condizentes ao ideal de um cidadão patriótico.

E as consequências estão vindo a tona com esses mesmos cidadãos que se tornam profissionais e aproveitam do talento para buscar o sonho fora do país de origem, sendo que em outros países terão melhores condições de desenvolver, serão mais valorizados e receberão o reconhecimento alheio de seus pares.

Eu não vou criticar o Diego Costa, do Atlético-Madrid, pela decisão de representar a Espanha na Copa do Mundo 2014, pois ele sim esta honrando a própria palavra junto ao técnico espanhol Vicente Del Bosque. E ele esta certo, pois não teve o respaldo necessário por parte dos comandantes brasileiros.

O atacante é apenas mais um dos esquecidos, que querem o melhor para a carreira, indiferente da bandeira que defenderão. Não podemos ser hipócritas em critica-lo, porque muitos jovens buscam por isso em seus ramos de atividades. Quem não sonha em estudar em Harvard? Quem nunca pensou em ir fazer um simples intercâmbio para ter condições de diferenciar diante os demais que concorrem pela mesma posição dentro de uma organização. No esporte não é diferente, dê condições para que os jovens não fujam buscando o aprimoramento em outro território.

Recentemente, o ginasta Arthur Zanetti reclamou da infraestrutura oferecida para os atletas olímpicos. As suas declarações surtiram efeito e os dirigentes do COB agiram e cederam os equipamentos para todos pudessem ter as condições básicas para treinamentos.

Amigo, infelizmente a cultura esportiva e a educação, no nosso país, são precárias e ineficazes, nas quais para que nos igualemos as principais potencias, teríamos que mudar a cabeça dos antiquados políticos e dirigentes esportivos, sendo que levaríamos anos para mudarmos o cenário atual do país do futuro chamado Brasil.

Sidney Botelho é mestre de cerimônias e cerimonialista e você pode conhecer mais no site.

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