Alô Amigo! A semana foi marcada pelo tropeço do Verdão na Copa Libertadores da América, diante do Grêmio-RS, em pleno estádio do Pacaembu.

Se a empresa de empréstimos bancários não souber cobrar os seus dividendos, que no caso do futebol, são títulos internacionais, chegamos à conclusão que a ampliação de capital pode ser reduzida ao longo do período contratual. 

O que percebemos é que o time do intolerante Luiz Felipe Scolari, não está se permitindo quebrar a barreira das fases mais agudas da competição sul-americana, que dá direito a possibilidade de disputa do Mundial de Clubes, no final do ano.

Quando pensamos em equipe, modéstia parte eu não vejo e muito menos entendo o elenco do Palmeiras como um time de verdade, pois aparentemente os atletas, mesmo com talentos individuais, não conseguem oferecer o que o torcedor espera na sua essência.

É lamentável ver uma eliminação como a que foi para os gaúchos, devido à falta de dedicação de alguns craques que não mantém o rendimento que se deveria e, ao mesmo tempo, todo o treinamento oferecido na semana sendo aberto ou fechado, é em vão.

Criticar os grandes nomes é justamente, jogar contra a pátria e a paixão clubista, todavia eu quero crer que a derrota é resultado de limitações psíquicas e motivacionais. Além do mais, todo o cenário de apoio se faz presente ao time em geral, pois a diretoria traz peças de reposição de acordo com a notoriedade de cada jogador que se desempenha uma boa prática em clubes do nosso país ou do exterior.

Mas a pergunta que não quer sair da cabeça, o que acontece com o Palmeiras? A resposta é mais complexa do que todos pensam e querem buscar um diagnóstico final. A dificuldade existe porque ninguém é capaz de mostrar que um time só é um time se os jogadores entenderem que são prestadores de serviços e o mérito se faz por conquista e de agradar o cliente, que é o torcedor.

A mentalidade de que os jogadores possuem, ultrapassa o trabalho motivacional, se refere ao lado comportamental. Não quero afirmar que falta entrega, porque não estou no ambiente interno das instalações da Academia de Futebol, mas é muito nítido, no semblante dos atletas, que eles não possuem identidade com a camisa de um clube de 105 anos.

A mentalidade de que os jogadores possuem, ultrapassa o trabalho motivacional, se refere ao lado comportamental. Não quero afirmar que falta entrega, porque não estou no ambiente interno das instalações da Academia de Futebol, mas é muito nítido, no semblante dos atletas, que eles não possuem identidade com a camisa de um clube de 105 anos.

Agora torcedor, é hora de ter paciência e esperar mais 15 meses para chegar ao objetivo, que é o título mundial de clubes.