Alô Amigo!

Eu pensei e pensei muito no que escrever para você, que acompanha a coluna Dá-lhe Dá-lhe no GOL, mas o esporte ficou em segundo plano quando vimos um país que se voltou contra aqueles que se aproveitam dos poderes que lhes foram oferecidos para se beneficiarem de recursos muitas vezes ilícitos.

A semana ficou marcada pelo ato cívico da população que mostrou a insatisfação pela má administração dos nossos governantes, que não perceberam que a sociedade não aguenta mais tantas atitudes negligentes.

O Brasil parou para lutar por uma politica mais justa e que os seus direitos sejam honrados, por aqueles que foram eleitos para representar o povo e, não beneficiados com os recursos e facilidades que todos os cargos políticos possuem.

As ruas foram tomadas pelas pessoas de boas e más índoles, mas todas com o objetivo de mostrar que o Brasil é um país democrático e não aceitará mais engolir decisões e decisões que prejudicam a sociedade.

Bandeiras, cantos, caras pintadas, faixas, dentre outros apetrechos que usados por brasileiros de todas as idades, cor, sexo e credo.

Além do valor da tarifa dos transportes, um dos motivos que mais foi criticado pelos manifestantes foram os recursos destinados para os eventos esportivos, por exemplo, Copa das Confederações e Copa do Mundo.

O povo esta certo, porém acordou um pouco tarde no quesito obras nos eventos esportivos. Todos nós sabíamos que teríamos superfaturamento nas obras e que alguns Estados, não tradicionais no futebol, teriam estádios que nunca mais serão utilizados e não servirão para nada. Por que ninguém foi para às ruas, quando do anuncio das sedes de Natal, Amazonas e Brasília? Talvez a pergunta correta é: Por que a Presidenta não avaliou adequadamente a necessidade de um estádio para esses Estados?

As respostas para essas perguntas seriam que os estádios novos serviriam para agradar a população local, mas se é pra agradar os moradores desses lugares, por que não ofereceram em troca 15 hospitais novos, 100 escolas e 1 aeroporto moderno. Creio que a mesma população ficaria satisfeita.

O Brasil não precisava de estádios novos e sim adequações nos atuais. Chega de falar que o brasileiro só pensa em futebol e samba, somos os mesmos brasileiros que diziam que o Brasil era o país do futuro, porém o futuro chegou e agora é hora de aproveitar as oportunidades e mostrar ao mundo que temos muito que desenvolver mas, somos capazes de alcançar o nosso espaço entre os melhores países.

Parabéns aos brasileiros que são brasileiros, que cantaram, em Fortaleza, o Hino Nacional sem vergonha de serem reprimidos por organizadores de eventos que não sabem que amamos a nossa pátria. Temos que erguer nossas cabeças e soltar o grito – de que somos brasileiros com muito orgulho e com muito amor!

Sidney Botelho é patrocinado pela SB Consultoria em Eventos – 11-26599444. Esse jornalista é também Palestrante, Mestre de Cerimônias e Cerimonialista.

 

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