Alô Amigo!

Não vou escrever do clássico Corinthians e São Paulo, já que um esta se encontrando no campeonato e o outro esta em crise geral, porém falo de um jogador que pode ser considerado uma Phênix, que ressurgiu das cinzas. Simplesmente, estou me referindo de Ronaldinho Gaúcho.

Nos últimos anos vimos um atleta que buscava se reencontrar, novamente, com o bom futebol e, parece que nunca mais teremos aquele que foi eleito o melhor do mundo em 2004 e 2005 quando atuava pelo Barcelona-ESP, todavia o craque tem muito que mostrar em nosso país.

Voltando ao Brasil de origem há dois anos, quando o até então Ronaldinho Gaúcho não mais brilhava na Europa, decide voltar ao Brasil. A escolha estava entre Palmeiras, Flamengo e Grêmio. Mas a praia, a balada, a imprensa o fizeram escolher o time do Rio de Janeiro.

As pompas foram significativas e resultaram em atuações criticadas pela torcida e o custo-benefício não condizente com que era esperado pela diretoria rubro-negra. A rescisão contratual foi anunciada. Seria o fim? Nada! A decisão do Mengão motivou o audacioso presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil, em trazer um craque para o estado das Minas Gerais.

Realmente, o presidente atleticano teve um surto de loucura, para alguns, claro. Convidar o Ronaldinho para jogar em um clube sem o glamour quando em comparação aos badalados clubes paulistas e cariocas, sem mídia dos grandes órgãos de imprensa nos principais centros esportivos e sem a praia. Fatores que fizeram o Ronaldinho Gaúcho comprometer-se com o clube e apenas jogasse bola.

O seu desempenho o fez voltar a Seleção Brasileira no ano passado. O craque baque foi a não convocação para a Copa das Confederações, o que deixou muitos brasileiros boquiabertos pela sua ausência, após uma boa atuação no Brasileirão de 2012.

Kalil teve coragem e hoje colhe o resultado, não é para menos um grande time foi montado – Cuca, o treinador. Victor, o Goleiro. Rever e Leonardo Silva, zagueiros, Marcos Rocha e Richarlyson laterais, Gilberto Silva e Pierre no meio e o quarteto Diego Tardeli, Bernard, Ronaldinho e Jô. Esses quatro últimos jogam por musica.

Um timaço para quem viu a campanha da conquista da Copa Libertadores da América. O que ficou provado, a loucura presidencial e a vontade de ser novamente o melhor jogador deram um resultado positivo para o time mineiro, mas na verdade o futebol brasileiro viu ressurgir das cinzas, um ídolo.

A crítica surtiu efeito, porém ficou claro o exemplo, para aquele que pensa que está derrotado, avalia-se, faça o seu melhor, ultrapasse os seus limites e acima de tudo, comemore os tropeços. Ronaldinho Gaúcho aprendeu com os erros e hoje, pode dizer em voz alta que é um craque diferenciado e que pode trazer a magia de volta aos gramados.

Parabéns Clube Atlético Mineiro pelo título da América e parabéns R10!

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