Alô Amigo!

E a supremacia permanece no principal time do futebol brasileiro, o Corinthians.

O planejamento e o ótimo método de trabalho são frutos de uma equipe, de diretores e comissão técnica, eficaz que se tornaram referência para os demais clubes.

Desde a queda para a Série B do Campeonato Brasileiro, o time de Parque São Jorge mudou literalmente a, respectiva, imagem perante ao cenário futebolístico. A forma de pensar foi primordial para que pudesse alcançar de desfrutar de glórias e mais glórias.

Desde a conquista da competição da série inferior, foram taças no Campeonato Paulista, Campeonato Brasileiro, Copa Libertadores da América, Mundial de Clubes e por fim, Recopa. Todos os títulos possíveis!

Realmente o que vemos é que o clube modernizou e aprendeu com os erros do passado. Esses erros foram importantes para que a sabedoria sobressaísse e os objetivos fossem alcançados em pouco tempo.

Alguns pontos que temos que ressaltar neste processo de reformulação administrativa. Simplesmente a mudança de cultura interna no clube. A democracia verdadeira e não a ditadura de um ou outro que se imaginava superior à própria instituição.

Com essa iniciativa, o próprio torcedor foi visto como fonte de renda e não mais, números que apenas resultariam em rendas maiores. Todavia, esses mesmos torcedores, que sempre foram fiéis, se tornaram uma comunidade, Comunidade Corinthians. A mesma estratégia das grandes equipes europeias.

Mérito total, pois o clube aumentou a paixão e também a receita. As campanhas de Marketing focadas a sentimentos, ao desejo e o fanatismo.

Com receita nos cofres, bastava trazer nomes de peso para que a marca crescesse e com isso, mantivesse um time forte e competitivo. Foi o que vimos nos últimos anos no futebol brasileiro, com algumas oscilações, mas sempre entre os melhores.

Será que o exemplo não deveria ser seguido por alguns? Lógico que sim! Aliás, esse case de sucesso deveria ser revisto em empresas que não mudam o comando, por vaidades, vaidades que apenas levarão ao fundo do poço e não ao sucesso esperado. Ainda no futebol, tivemos vários exemplos negativos que a continuidade da mesma pessoa no comando levou o time ao buraco – Eurico Miranda (ex-presidente do Vasco da Gama), Mustafa Contursi (ex-presidente do Palmeiras), Alberto Dualib (ex-presidente do Corinthians), Bebeto de Freitas ((ex-presidente do Botafogo) e o mais notório dos últimos anos, Juvenal Juvêncio (presidente do São Paulo). Esse ultimo além de obsoleto, é impedante e não aceita que outros deem sugestões.

Salve o Corinthians, o clube que aprendeu com os erros e soube ser maior do que era, com boa administração.

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