Alô Amigo!

Começou a Copa das Confederações e já tivemos jogos que empolgaram os torcedores que apreciaram a magia da abertura da competição em nosso país. Indiferente das manifestações de algumas pessoas que não concordam com os custos altíssimos que tivemos para que o evento fosse realizado.

Porém, a coluna Dá-lhe Dá-lhe no GOL, deste domingo, analiso as seleções que participam da competição.

Espanha: é pra mim a mais preparada de todas. Aliás, é a seleção que não perde desde 2011, atual campeã mundial e europeia, conta com Xavi e Iniesta, tem um grupo teoricamente fácil e todos os ingredientes para se manter como o principal e melhor selecionado. Devem festejar mais uma vez ao som do samba brasileiro.

Brasil: uma seleção sem conjunto e sem esquema tático. A chegada do Felipão não mudou em nada, comparando com ao seu antecessor Mano Menezes. Destaques são Neymar e Fred, que juntos, podem fazer a diferença e nos ajudar. Não vejo os nossos canarinhos levantando a taça no final do torneio e, se chegarmos é por causa da grande força que virá das arquibancadas.

Itália: veio para o Brasil com o status de vice-campeã, pois os espanhóis dominam o Velho Continente. A Azzurra, diferente da Espanha, tem um grupo forte e disputado. Das tradicionais seleções, que vieram, os italianos metem medo pelo peso da camisa.  O técnico Cesare Prandelli conta com a base da Juventus e do Milan, além da Roma. O destaque esta no atacante Mario Balotelli.

Uruguai: atual campeã da América do Sul, chegou nas semi-finais da Copa do Mungo passada, tem um elenco forte com atletas experientes e de conjunto Suarez, Diego Forlan, Lugano, Lodeiro e Cárceres. Essa é uma seleção que vi de perto, na conquista sul-americana, e para mim deve ficar entre os quatro primeiros colocados. Não leva o título, mas pode disputar a final.

Japão: primeiro classificado para a Copa do Mundo, no ano que vem, abre a competição contra a equipe anfitriã. Com jogadores mais altos do que o normal para os japoneses, a seleção oriental conta com dois raros os jogadores, Yoshida e Kagawa, que falam bem o inglês, por atuarem no Southampton e Manchester United. Outro destaque é o comandante italiano Alberto Zaccheroni, que é um competente motivador e pode ser um diferencial. Infelizmente, decorrente ao grupo, não passa da primeira fase.

México: a seleção que defende o título olímpico e quer se manter como algoz do Brasil em torneios internacionais. Têm no elenco dois craques e ídolos do país, Chicharito Hernandez e Giovani dos Santos, que serão responsáveis pela qualidade no meio-de-campo e ataque mexicano. A atuação, aqui no Brasil, é uma incógnita e dependerá da estreia diante da Itália. O caminho, talvez, será curto decorrente aos adversários, outra estrela da seleção mexicana, já não tem o mesmo efeito nos torcedores como nos tempos de Barcelona.

Nigéria: é a piada da competição. O boicote de não vir para a disputa gerou um desconforto entre os africanos e a FIFA. Mas depois da partida diante da Namíbia, na última terça-feira, pelas eliminatórias africanas para a Copa do Mundo, os jogadores se rebelaram e tiveram um respaldo do Jerome Valcke, secretario geral, que eles terão a premiação combinada. É o dinheiro sempre fala mais alto. Futebol não é mais paixão e sim, negócio.

Taiti: a seleção não é oficial. É a zebra do torneio e tem apenas o atacante Mahama Vahirua do Panathinaikos –GRE. É uma surpresa e qualquer resultado será um bom resultado. Não se classifica!

Amigo torcedor, que vença o melhor e que tenhamos muitos gols e muita comemoração e que seja verde-amarela!

 

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