Alo Amigo! Domingo de clássico no futebol paulista pelo Campeonato Brasileiro que marca o encontro de duas equipes que vivem mal momento na competição e tentam se identificar no ano de 2014 e para o São Paulo que tem estrelas e mais estrelas e não consegue jogar o que pode, com isso incomoda a sua torcida a faz colocar em xeque as imagens de Kaka, Luis Fabiano e Rogério Ceni, este ultimo tem crédito, mas esta falhando muito nos últimos jogos.

Já a equipe do Palmeiras não sabe o que é vencer há muitos jogos. Um time montado pelo treinador estrangeiro Ricardo Gareca, que trouxe mais estrangeiros, querendo resolver um problema do bom e barato da administração de Paulo Nobre. Um time sem conjunto, sem qualidades e por sinal, vai ser pior ainda com a volta do Valdivia, podendo gerar descontentamento para o elenco que esta rachado.

Respirar um clássico de qualidade, neste domingo, é sonhar algo que não acontecerá e, sim podemos ver um futebol de baixa qualidade e não o futebol de copa do mundo como vivenciamos no mês de junho.

Veremos o mesmo futebol que acompanhamos na Copa do Brasil, no meio de semana, quando grandes equipes como o próprio São Paulo, Fluminense e Internacional mostraram diante de sua torcida ao serem eliminados por equipes para Bragantino, América-RN e Ceará, respectivamente, dando a entender que preferem uma competição internacional para ganhar e arrecadar muito mais dinheiro para os cofres dos clubes.

Lamentável porque todas as equipes que saíram precocemente da Copa do Brasil mostraram o despreparo da CBF para organizar uma competição. Os clubes deram mais valor a um outro torneio do que para o torneio local.

Esse é o nosso futebol sem planejamento, sem vontade de crescer, porque exemplo nós vimos na copa do mundo, exemplos nós vemos na Europa, exemplos nós vemos no futebol que está começando nos Estados Unidos da América.

Até onde vai a incompetência de grandes administradores? Aliás, se dizem grandes mas na verdade não são nada. Uma confederação que só pensa em lucrar e o clube a cada dia mais não conseguem administrar o próprio cofre para bancar os mínimos salários de funcionários essenciais para se manter uma qualidade de trabalho eficaz e um ambiente harmonioso.

Não tem mais o que se falar ou aprende ou aprende, a situação chegou ao extremo,  mas a esperança é a última que morre.

Bom domingo!