Neymar Jr a queda de um ídolo!


Alô Amigo! A semana que se inicia, já que tudo começa no domingo, mas entendemos que é um dia de descanso e justamente estamos cansados do assunto Neymar Jr.

Lamentavelmente, dedicarei a minha coluna ao até então ídolo nacional, que passa pelo momento mais temível de sua carreira que é as identidades pessoal e profissional.

Avaliar a carreira, deste menino, assim ele é chamado pelo técnico da seleção brasileira e não muito diferente pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. O que eles não perceberam que o menino tem 27 anos e eles não são pais do rapaz, o que faz com que o Peter Pan do Brasil, nunca cresça.

Acusado por estupro e agressão a uma mulher, discussão com o torcedor após perder um jogo quase ganho, lesões contínuas, tornou-se a chacota mundial na Copa 2018 e possui polêmicas em baladas em todo o Brasil, principalmente em sua última recuperação, passando o Carnaval na terra natal.

O que percebemos é que tudo que ele faz é para passar a mão na cabeça e aguentar o seu mimo de todas as pessoas que estão a sua volta.

Estar a volta do menino Ney é ter status em nosso país, ser parça do principal jogador verdeamarelo é como ser CEO de uma multinacional e ser pai dele e com o mesmo nome, é algo vantajoso para se encontrar com ministro da Economia Paulo Guedes.

Eu me perguntei a semana toda, pois a minha formação me permite avaliar a carreira dele e os seus valores, qual é o sentido de ser Neymar Jr nos dias atuais? Que exemplo esse atleta deixa para as crianças? Por que ele não se espelha no Cristiano Ronaldo e no Messi?

Quem deve responder tudo isso é o próprio atleta, pois ninguém mais pode mudar a sua imagem a não ele próprio. As respostas sempre são dadas pelos assessores e pelo pai, que para mim é o que mais errou até o momento, pois a direção que tomou foi a mais equivocada para a vida do seu filho.

Se pararmos para analisar desde os seus 12 anos virou referência dos mais jovens para o futebol e vemos uma história se acabando de forma precoce, como por exemplo de Adriano e Ronaldinho Gaúcho , que poderiam ir mais longe e por terem administradores familiares, se tornaram profissionais vistos não como solução dentro de campo, mas apenas de facilidade de arrecadação de marketing na venda dos seus produtos.

Concluo esse texto com a frase da mãe do próprio Neymar Jr. – “Ele precisa esquecer os amigos e pensar mais em Deus”. Não vamos entrar na questão religiosa, mas chegou o momento de viver para si e não para os outros.