Futebol brasileiro – os dirigentes de quadro de parede!


Alô Amigo!

A sociedade brasileira se moderniza a cada fração de segundos, diante da tecnologia, redes sociais, meios de comunicação, surgimento de novas profissões e costumes que nos dão melhor forma de viver neste mundo tão globalizado e de oportunidades.

Existem profissionais que levarão décadas e talvez, afirmo agora, em 2019, podendo ser consultado por quem quiser pesquisar e aproveitar as minhas palavras, que nunca mudarão a postura e a forma de agir ou de ser. Estou falando dos políticos e dos dirigentes esportivos brasileiros.

Como o foco, neste espaço, é o esporte, não tecerei comentários sobre os nossos maravilhosos políticos, mas podemos dizer que a analogia servirá para ambos.

A semana foi marcada por episódios que envolvem os excelentíssimos presidentes e dirigentes de clubes com suas belíssimas gestões arcaicas e ultrapassadas.

O que dizer do presidente do Fluminense Pedro Abad que convocou uma guerra antes da final da Taça Guanabara, no Rio de Janeiro, diante do Vasco da Gama, e assistimos uma barbárie ao redor do estádio do Maracanã, sendo que a imagem que marcou o episódio foi de uma mãe segurando um bebê e correndo para procurar um abrigo seguro.

Outro dirigente que roubou a cena, ou melhor, voltou a cena, foi Marco Pollo Del Nero, ex-presidente da CBF, que proibido de exercer qualquer função no futebol, mantém o seu nome no quadro de conselheiros do Palmeiras e com isso a FIFA pode punir o time alviverde, com perdas de pontos e possibilidade de rebaixamento, caso não seja explicado.

No São Paulo, que tem um presidente e um dirigente, que estão destruindo a história de um time que era tido como um exemplo de administração e hoje, é a chacota dos clubes, com ações inadequadas e sem planejamento. Resumindo o caso, demite o Jardine, promove Mancini, que não queria o cargo e contrata Cuca, que começará a trabalhar em abril. Precisa falar mais?

E por fim, o presidente do Flamengo Rodolfo Landim que se complica a cada dia mais na tragédia provocada pela má gestão do clube, no incêndio no Ninho do Urubu, que morreu 10 jovens atletas. Simplesmente, o pouco caso dele, por falta de apoio aos familiares desgasta todos os envolvidos e demonstra a irresponsabilidade e falta de sensibilidade do maior clube brasileiro.

São muitos casos e eu precisaria de uma edição do jornal inteira para relatar tudo que eles fazem de mal para os associados, jogadores e torcedores. Reflita comigo, até quando vamos aguentar pessoas que apenas querem aparecer por vaidade e ego, sem solucionar os problemas internos e mostrar alternativas para o desenvolvimento da marca, aumentando a receita e fazer um time campeão?

Tudo isso ocorre, por que os clubes ficam com dirigentes ultrapassados e que enxergam apenas o próprio nariz, deixando de lado o que lhes foi incumbido, que é gerir e administrar o clube com êxito. E êxito não são títulos somente, mas manter times competitivos, estruturados e que entram para história do futebol.

Sidney Botelho – Instagram @sidneybotelho –