Quer surpreender o seu cliente? COMUNIQUE-SE!

Alô Amigo!

Como é bom ter uma comunicação eficaz em todos os setores de atuação que vivenciamos ao longo do nosso dia a dia, dentro e fora das empresas, inclusive quando praticamos essa qualidade em nosso lar, com eficiência e muita naturalidade.

Neste início de 2019, participei de muitos congressos e workshops. Percebi que os temas abordados sempre direcionavam para a melhoria da comunicação entre os colaboradores internos da companhia e a comunicação junto aos seus clientes, criando a possibilidade de tomada de decisões e aumentando a criatividade dos ouvintes.

O curioso que as dezenas de profissionais que pude avaliar, neste período e, ao mesmo tempo, mostrar a direção de algo que eles não percebiam e esqueciam de praticar, pois é algo tão fundamental para o aproveitamento da oportunidade que lhes ofereciam, naquele momento especifico, que é “surpreender o cliente”.

Não é fácil encantar a todos no primeiro contato, sendo que em uma negociação ou apresentação de uma marca ou até mesmo, na defesa do plano de negócios junto aos diretores da respectiva empresa. Essa abordagem se torna um bicho de sete cabeças, com receio de que cada palavra possa mudar o caminho daquele encontro.

O mundo corporativo atual está carente de profissionais que possuem essa característica e esse domínio de comunicação focada a negócios, afirmo que esse mercado é estreito e apenas os melhores serão selecionados, por possuírem o diferencial de treinar incessantemente para se “habilitar” e seguir o que lhe foi proposto – vender, gerar resultados e aumentar o lucro da empresa.

Os grandes comunicadores sabem negociar com excelência, porque buscam o aprimoramento de entender o seu público como um todo, sendo que o simples olhar nos olhos os fazem crer que alcançarão o objetivo de surpreender aqueles que lhes ouvem.

Você deve se questionar – Como eles conseguem ter esse desempenho tão envolvente? A resposta inicial, que muitos desses profissionais nasceram com o “talento”, mas se permitiram a buscar a qualidade, com técnicas e ferramentas, até alcançarem 100% da sua “habilidade”.

A habilidade é a perseverança do seu talento, pois se não for aprimorado e adequado a realidade das pessoas do seu convívio, logo o profissional perceberá que não aproveitou o limite máximo do seu dom.

A frase fale menos e execute mais é muito pronunciada entre os profissionais, mas quando se tem o domínio da comunicação ou da negociação, o seu público ou o cliente, perceberá que você, realmente é diferente, pois usou a melhor forma de falar para executar com excelência o que foi prometido, surpreendendo todas as expectativas dos seus clientes.

Espero que você busque o melhor de você, comunique-se com você e mostre o seu talento para as pessoas que estão a sua volta.

Sidney Botelho.

Relacione-se, permita que a comunicação assertiva seja a principal ferramenta de trabalho!

Alô Amigo!

O mercado corporativo esta exigente e os profissionais buscam alternativas para superarem os seus desafios para concluírem os projetos e atenderem as demandas impostas pelas empresas que os contrataram e daqueles que arriscaram empreender.

A característica que diferencia o colaborador ou o empreendedor é a forma de se relacionar com os clientes e os colegas de profissão. Quando o tema é relacionamento, entendemos que existem muitas dificuldades para alcançarem as suas metas e seus objetivos.

A comunicação assertiva é a maneira ideal para o crescimento dos profissionais que buscam mudar a trajetória dentro da empresa, demonstrando que todas as estratégias criadas são direcionadas para a multiplicação da cultura e dos valores criados pelos idealizados da companhia e justamente, quando a empresa ganha independência de expressão a própria entra no ciclo de conflito departamental, quando os profissionais não se entendem e agem de acordo com o que trouxeram de outros lugares.

As empresas investem muito para que os colaboradores se desenvolvam na comunicação interna e externa, mas a falta da prática dos conceitos, aumenta a insatisfação do ambiente de trabalho e a produção dos profissionais diminui, gerando desconforto entre os pares, deixando claro que muitas vezes o problema é mais pessoal do que gestão.

O que os profissionais não percebem é que o poder da comunicação dentro da própria empresa permitirá que amplie a aptidão de negociar e, consequentemente, interfere no processo de captação de novos clientes e ou até mesmo a manutenção dos clientes antigos.

Sou adepto a liberdade de expressão, todavia no mundo corporativo vejo continuamente, em consultorias, mentorias e treinamentos aplicados em empresas ou individual, que muitas vezes o profissional quer impor o que ele pensa e contradiz com a nova política desenvolvida pelos superiores ou pelo RH.

A imposição do líder afeta diretamente os negócios da empresa, causando o mal-estar nos funcionários, prejudicando todo o sistema empresarial.

Se comunicar é praticar a arte da negociação, uma característica que é poderosa para o indivíduo, tendo em mente que desenvolvida facilitará na ascensão na carreira e principalmente, permitirá uma nova percepção para aumentar os ganhos da empresa e gerar inovação de projetos, produtos e serviços.

As empresas procuram profissionais que se relacionem na essência da palavra e que entendam a necessidade como um todo, não apenas os interesses alheios que não fazem parte do planejamento inicial.

Não há como negar que a comunicação assertiva é a ferramenta eficaz para o empreendedor e o colaborador fazerem a diferença no ramo atividade, por isso crie a cultura aberta de compartilhamento de informações, enraíze a troca de ideias saudáveis e aplicáveis para a sua empresa, não perca tempo e evite o desperdício do bem mais precioso que a empresa possível que é o clima harmonioso, criativo e próspero que se faz com o mais genuíno relacionamento.

Sidney Botelho

A CBF inova e importa treinadora para o futebol, será o futuro do esporte?


Alô Amigo!

Parece que o esporte mais popular do Brasil esta mudando o pensamento de restruturação e de entendimento para conquistar novos objetivos, profissionalizando a categoria feminina do futebol.

Nesta semana a CBF anunciou a contratação da técnica sueca Pia Sundhage, assumindo o lugar deixado por Vadão, após o péssimo resultado obtido na Copa do Mundo, realizada na França, no mês passado.

O futebol feminino esta ganhando corpo no nosso país, mas tem muito o que evoluir para que tenhamos além de apenas uma jogadora de referência, que é a Marta. A chegada dessa profissional faz com que os clubes entendam que se todos se aplicarem em buscar atletas com o mesmo empenho que fazem com os homens, podemos nos igualar as americanas, suecas, australianas, norueguesas e as francesas.

Já tentamos muitas vezes iniciar esse processo de transformação, todavia naufragamos com a falta de empenho de todos que não veem o mesmo glamour no que elas nos oferecem dentro de campo.

Na última competição mundial, foi muito importante para que as crenças fossem quebradas e deixadas de lado por muitos que torcem o nariz quando o assunto é o futebol feminino.

Estamos décadas atrás dos países que se aplicaram antes de nós, brasileiros. Mas o que é tão diferente do masculino para cair no gosto da massa? Na verdade, temos que pensar igual quando comentamos sobre outros esportes que fizeram o público vê-los com outra mentalidade, por exemplo, vôlei, basquete, natação, judô, tênis e automobilismo.

Nós brasileiros só pensamos em futebol e esquecemos das outras modalidades e, isso prejudica o desenvolvimento da multiplicação de praticantes e ao mesmo tempo, deixamos de produzir e empolgar os mais jovens, pois tudo se torna modismo por um tempo e ao longo dos anos, sem incentivo e não precisa ser financeiro, mas sim de apoio de divulgação na mídia, o esporte fica de lado e se perde nas lembranças.

O futebol feminino não pode ser visto apenas em Jogos Olímpicos ou competições internacionais, esta na hora de todos se mobilizarem em criarem mais interesse do torcedor e este investir um tempo para lotar estádios para que os patrocinadores vejam que vale a pena colocar a marca naquele projeto.

Voltando na chegada da treinadora estrangeira para comandar o futebol, traz a discussão de alguns anos, será que um estrangeiro pode, um dia, dirigir a seleção principal masculina?

E outra pergunta que fica para reflexão – Será que o Brasil não precisa ser reinventado para o futebol em geral, tanto para jogadores quanto treinadores?

Vamos abrir os olhos, pois não somos mais os soberanos no futebol!

Sidney Botelho – Instagram @sidneybotelho – Site: www.sidneybotelho.com.br

Brasileirão 2019, o ano dos treinadores Zen! Será?


Alô Amigo!

Começou o Campeonato Brasileiro e com a competição as polêmicas das novidades impostas pela FIFA para os clubes que têm como cultura a opinião própria, muitas vezes discordantes do regulamento que eles próprios assinam antes mesmo do pontapé inicial.

Acredito que uma das novidades é justamente, algo que se utiliza desde a década de 1970, o poderoso cartão, que tem as cores amarelo e vermelho. Se os jogadores eram presenteados por esse objeto, agora os treinadores terão o privilégio de somarem cartões durante o ano.

A medida servirá talvez para evitar qualquer problema cardíaco, talvez! Vejam os exemplos de Ricardo Gomes, Muricy Ramalho e até mesmo, Cuca!

Na verdade, os técnicos brigões ficarão mais cautelosos quando reclamarem para o quarto árbitro de alguma ação tomada pelo árbitro principal. Aliás, se é para evitar qualquer comentário desagradável para o homem do apito, os treinadores terão como mais um adversário ou até mesmo, motivação, o VAR.

O equipamento tecnológico não convence os comandantes, pois a credibilidade de quem decide, por muitas vezes é questionada por quem quer comandar o jogo, sempre com o intuito de levar vantagem, como falamos nos gramados da várzea, “ganhar no grito”.

Não vejo que os cartões serão a salvação, mas que muitos “professores” ficarão mais tranquilos nos bancos de reservas, eu garanto para você, amigo leitor!

Já que o tema é treinador, vou estender a minha coluna para um ídolo do futebol ou antes que eu receba e-mails de críticas, o mito são-paulino que mostra o profissionalismo que o esporte precisa.

Durante a semana, o técnico do Fortaleza, Rogério Ceni, mostrou realmente que tem planejamento e não pretende mudar a sua estratégia. Sabemos que este líder, tem a opinião extremamente forte e que em muitos momentos foi criticado pelos rivais. Mas, finalmente um profissional recusou uma proposta de um clube que lhe daria a ascensão tão esperada para qualquer outro, todavia se manteve intacto nos seus valores e se manteve no comando da equipe cearense e não aceitou a vaga no Atlético-MG.

A pergunta que se faz, será que o torcedor do Fortaleza, depois de quatro jogos sem vitória pensará no planejamento no seu âmbito geral ou apenas no quesito momentâneo?

Em nosso futebol, treinador tem vida curta no cargo que assume, por outro lado, como os dirigentes não aceitaram a proposta de apenas uma troca no comado do respectivo clube, fica o exemplo, por que não arriscar por um período maior.

O futebol elitizou e agora colhemos o que plantamos e nada mais justo do que desfrutarmos de pensamentos mais contemporâneos e não mais arcaicos.

Viva a modernidade e viva a liberdade de mudanças para o melhor!

 Sidney Botelho – Instagram @sidneybotelhooficial

Neymar Jr a queda de um ídolo!


Alô Amigo!

A semana que se inicia, já que tudo começa no domingo, mas entendemos que é um dia de descanso e justamente estamos cansados do assunto Neymar Jr.

Lamentavelmente, dedicarei a minha coluna ao até então ídolo nacional, que passa pelo momento mais temível de sua carreira que é as identidades, pessoal e profissional.

Avaliar a carreira, deste menino, assim ele é chamado pelo técnico da seleção brasileira e não muito diferente pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. O que eles não perceberam que o menino tem 27 anos e eles não são pais do rapaz, o que faz com que o Peter Pan do Brasil, nunca cresça.

Acusado por estupro e agressão a uma mulher, discussão com o torcedor após perder um jogo quase ganho, lesões contínuas, tornou-se a chacota mundial na Copa 2018 e possui polêmicas em baladas em todo o Brasil, principalmente em sua última recuperação, passando o Carnaval na terra natal.

O que percebemos é que tudo que ele faz é para passar a mão na cabeça e aguentar o seu mimo de todas as pessoas que estão a sua volta.

Estar a volta do menino Ney é ter status em nosso país, ser parça do principal jogador verdeamarelo é como ser CEO de uma multinacional e ser pai dele e com o mesmo nome, é algo vantajoso para se encontrar com ministro da Economia Paulo Guedes.

Eu me perguntei a semana toda, pois a minha formação me permite avaliar a carreira dele e os seus valores, qual é o sentido de ser Neymar Jr nos dias atuais? Que exemplo esse atleta deixa para as crianças? Por que ele não se espelha no Cristiano Ronaldo e no Messi?

Quem deve responder tudo isso é o próprio atleta, pois ninguém mais pode mudar a sua imagem a não ele próprio. As respostas sempre são dadas pelos assessores e pelo pai, que para mim é o que mais errou até o momento, pois a direção que tomou foi a mais equivocada para a vida do seu filho.

Se pararmos para analisar desde os seus 12 anos virou referência dos mais jovens para o futebol e vemos uma história se acabando de forma precoce, como por exemplo de Adriano e Ronaldinho Gaúcho , que poderiam ir mais longe e por terem adminstradores familiares, se tornaram profissionais vistos não como solução dentro de campo, mas apenas de facilidade de arrecadação de marketing na venda dos seus produtos.

Concluo esse texto com a frase da mãe do próprio Neymar Jr. – “Ele precisa esquecer os amigos e pensar mais em Deus”. Não vamos entrar na questão religiosa, mas chegou o momento de viver para si e não para os outros.


(Foto: Mauro Pimentel / AFP)

Tite, o súdito de Neymar!


Alô Amigo!

O clima da Copa América está no ar, pois em poucos dias iniciará a competição mais importante do nosso Continente.

Pensar que é o segundo principal celeiro de craques do mundo, a América do Sul, mas afirmo que nunca chegaremos aos pés dos europeus, devido a administração amadora da Conmebol.

Deixamos as gestões dos dirigentes sul-americanos de lado e vamos falar do nosso problema interno, pois é muito grave vermos o que fazem e sem preocupação alguma sobre o que o torcedor pensa e deseja para a seleção brasileira.

É lamentável ver como o técnico Tite se curvou para os comandantes da CBF e apenas vê o que é conveniente para ele e dos patrocinadores da instituição que é responsável pelo nosso futebol.

Não sei você, mas eu não gostei da convocação dos atletas, na última sexta-feira, dia 17, pois esquecer o Lucas Moura e o Vinícius Júnior foi a mesma irresponsabilidade de não levar Paulo Henrique Ganso e Neymar para a Copa do Mundo de 2010.

O atacante do Tottenham foi autor de três gols na semifinal da Liga dos Campeões e ajudou a sua equipe em jogos decisivos no Premier League e, talvez não conseguirá ter uma nova oportunidade e lamentaremos muito a sua ausência. O atacante do Real Madrid, pode até ser jovem para a disputa, mas em dois anos estaria muito mais preparado para a Copa do Mundo de 2022 ou até mesmo para os Jogos Olímpicos de 2020, então por que não testa-lo agora?

A minha maior indagação é referente a resposta sobre a atitude do mimado Neymar, que ao contrário de Douglas Costa, foi apenas orientado e não sofreu nenhum repúdio ou nenhuma punição do treinador e não me estranhará se ele for beneficiado com a faixa de capitão neste torneio que será realizado em terras brasilis.

Eu gostaria de saber, por que passam tanto a mão na cabeça deste atleta? Será que ele é maior que a seleção brasileira?

Eu sei que patrocinadores exigem a presença dele, mas estamos falando de esporte coletivo e não de um de uma modalidade individual. Vamos tomar juízo e acordar para a realidade e perceber que não dá mais para aguentarmos tanta vaidade e pouco retorno dentro de campo. Neymar não é mais criança e está no momento de mostrar que merece o respeito de melhor do mundo, não de chacota mundial.

Não acredito que conquistaremos o título e vamos seguir com tabu por mais alguns anos, pois desde 2007 não ganhamos o caneco. Mas o momento é outro e analisando os vizinhos, teremos que apreciar Messi e Suarez que na minha opinião virão com mais vontade do que o ex-companheiro de Barcelona, dificultando ainda mais a possibilidade de subirmos ao topo do pódio e gritarmos é campeão.

É amigo torcedor, começa a avaliar os treinadores que temos, pois em Julho algum time grande perderá o seu comandante para a seleção brasileira.

 Sidney Botelho – Instagram @sidneybotelhooficial

Neymar Jr vive o seu mundo de Bob!


Alô Amigo!

O ano de 2019 chegou na sua metade e os personagens e histórias permanecem as mesmas, na política a reforma da previdência esta se avançando de forma gradual, enquanto no futebol o protagonista de polêmicas é o atacante Neymar Jr.

Quando deveríamos comentar sobre o dom futebolístico do atleta, sempre nos referimos sobre temas que contradizem o bom-senso e a ética profissional.

O período inicial deste ano foi marcado por contusão, agregação a torcedor, acusação de estupro, corte da seleção e agora, a ausência na reapresentação ao Paris Saint-Germain.

Eu não sei o que passa na cabeça dos seus agentes, pai-empresário, assessores, qualquer tipo de profissional que administra a carreira deste “homem”, não mais criança, como gostam de se referir ao “profissional” de 27 anos. É muito incoerente ver alguém desrespeitar um contrato e por sinal, deixar de lado todo investimento feito para que ele vestisse a camisa e exercesse o seu ofício defendendo o clube parisiense.

Particularmente, eu me sinto incomodado a maneira que muitos atletas tratam os clubes e principalmente as pessoas que se empolgam nas arquibancadas, vibrando sabendo que o seu time trouxe um jogador fora de série e que pode ajudar a ter títulos, até então distantes de serem conquistados. O respeito de alguns não condiz com os valores que são ensinados para termos ambientes de harmonia e paz.

No futebol é muito comum se o jogador estiver insatisfeito com algo pedir para sair ou não mais se dedicar como deveria, ou seja, uma profissão de vaidade. Creio que muitos trabalhadores, mesmo desgostosos com seus empregadores, manteriam a postura e o profissionalismo por questão de hombridade, porém no esporte mais popular do planeta, isso não se faz presente, porque o dinheiro fala mais alto e o contratado não esta nem aí para o próximo.

Não será a primeira vez que Neymar Jr é hipnotizado pelas cifras milionárias, pois quando ainda no Santos fez de tudo e um pouco mais para deixar a equipe brasileira para seguir ao Barcelona. Não muito diferente, quando esta na equipe espanhola, não pensou no seu futuro e se transferiu para o time francês deixando torcedores e jornalistas irritados com a atitude. Agora, o clube antecessor deseja tê-lo de volta, dirigentes catalães deixaram o cargo não aprovando o retorno, os proprietários do PSG querem garantias financeiras, o dirigente, ex-jogador e brasileiro Leonardo já deixou claro que a desobediência do atacante terá represálias.

Cabe a reflexão – Até quando vamos ver uma carreira desestruturada seguir impune? Até quando os clubes ficarão na mão do marketing ao invés do resultado dentro de campo? Quando os dirigentes vão tratar atletas como profissionais e cobrá-los como colaboradores, igual a qualquer empresa? Até quando o Neymar Jr vai brincar com as pessoas?

São questionamentos que, pela idade, o próprio Neymar Jr tem que se explicar. Todavia, ele se esquiva e foge do embate, sabendo que as suas opiniões são respondidas pelo pai e seus assessores. É um ser-humano sem nenhuma credibilidade fora de campo e ninguém vê isso, consequentemente ao término da sua carreira dentro de campo, assumirá algum cargo de comentarista em alguma emissora de TV, por ter patrocínios milionários de empresas multinacionais que pensam que ele é referência de ética e cidadania.

Para atualizar a negociação, o Barcelona quer o atleta, pois se o Messi pede os dirigentes aceitam o pedido do craque e com isso a moeda de troca será as transferências dos atletas Phillipe Coutinho, Ousmane Dembelé, Samuel Umtiti e Nélson Semedo mais uma quantia financeira. O time francês afirma que a soma dos salários ultrapassa o valor pago para o atacante.

Eu apenas, resumo tudo isso acima, como LAMENTAVEL!

FOTO: Neymar Jr – Getty Images

O mito encontra o Soberano!


Alô Amigo!

A noite deste domingo será marcada por um encontro inusitado e raro em nosso país, principalmente no futebol, quando o amor a camisa é trocado pelos contratos milionários entre as jogadores e os próprios clubes.

É muito importante escrevermos a história em algum lugar e se tornar a referência pelo nosso trabalho, nossa história e o nosso legado, podendo ser lembrado pelos feitos e pelos exemplos oferecidos para gerações futuras.

Talvez, nem mesmo o mais fanático torcedor pelo São Paulo Futebol Clube imaginaria assistir o seu maior ídolo como adversário do seu clube de coração.

O dia chegou para o mito Rogério Ceni de comandar os seus jogadores contra o seu único clube que defendeu por 25 anos e vestiu a camisa por 1237 vezes e marcou 132 gols, fora dezenas de títulos que conquistou como goleiro.

Como treinador foi em outro tricolor, o Fortaleza, que comandou mais os jogadores no banco de reservas, conquistando dois troféus de competições tradicionais e com reconhecimento do torcedor cearense. Pela equipe do Morumbi, ganhou apenas o Torneio da Flórida, sem nenhuma expressão para ele próprio.

Eu acredito, sem bairrismo algum ou parcialidade de clube, será muito difícil vermos algum outro atleta chegar neste feito de defender apenas uma bandeira e quando se aposentar ser lembrado com respeito e sem ofensas perante a pessoa, mas mantendo a provocação natural do esporte.

Mas aqui eu relembro nomes que saem dos seus clubes e são ovacionados pelos torcedores – Muricy Ramalho, amado pela torcida são-paulina, Renato Gaúcho consagrado e idolatrado pelo Grêmio, Marcos como um santo alviverde, Tite querido pelo torcedor corintiano, dentre outros que passaram e quando voltam por algum motivo, são aplaudidos.

Sabemos que muitas vezes é utopia afirmar que os profissionais não serão respeitados quando não alcançam o resultado esperado e as críticas e ofensas serão naturais, pela emoção do torcedor, mas quando passa, os apaixonados voltam a cair na graça daquele que o criticou.

Já que comentei sobre profissionais que vestem a camisa e acreditam na agremiação, aqui lamento a demissão do técnico João Valim, na Inter, pois este profissional tirou leite de pedra e conquistou o segundo lugar, promoveu a equipe para a Série A-1, depois de muitos anos e quando desfrutaria do sucesso, foi tirada a oportunidade de comandar a equipe na elite do futebol Paulista. Lamentável!

E fecho esta coluna, neste domingo dia das mães, parabenizando todas as mamães limeirenses e brasileiras, mais especialmente a minha, Sra. Maria Madalena, que me ensinou a falar literalmente e consequentemente escrever para milhões de pessoas, levando a alegria para muitos lares que precisam de amor e atenção, fortalecendo a união e os laços familiares.

 Sidney Botelho – Instagram @sidneybotelhooficial

Majestoso da crise!


Alô Amigo!

Neste domingo teremos o clássico mais importante para Corinthians e São Paulo do ano de 2019, pois as duas equipes vivem momentos idênticos nos dias atuais e não há como negar que uma vitória para qualquer lado faz o arquirrival entrar no buraco e gerar o descontentamento de seu exigente torcedor.

A semana foi marcada pelos jogos nos torneios sul-americanos, como a Libertadores e a Copa Sul-Americana, que por sinal os tricolores querem esquecer do fiasco vexatório que passaram em dois jogos com o modesto Tallares, da Argentina. No caso do Timão, o empate suado perante o Racing mostrou a fragilidade em vários setores dentro de campo.

Não podemos negar que os dois clubes contrataram atletas de nomes e com experiências internacionais, mas o que se percebe é a falta de entrega e identificação do elenco com o que é proposto pelo treinador correspondente.

No São Paulo, a diretoria perdeu a mão e, saudosamente, recordo do folclórico Juvenal Juvêncio que mesmo diante do jeito imediatista mostrou muitas vezes sapiência e acertos inesperados que mudavam a rota de qualquer crise imposta pelos maus resultados.

O erro de gestão do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, do diretor Raí, ídolo da torcida e, até mesmo, do inexperiente André Jardine, resultou na maior eliminação que o clube sofreu em um torneio internacional, em não conseguir passar na preleção necessária para disputar a competição mais desejada pelos tricolores.

Deixo claro que o erro é geral, mas o maior culpado deste tropeço é o ex-treinador André Jardine, que fez com que o time perdesse muito investimento, ao não mostrar para a diretoria que não era capaz de montar o time ideal e disputar a Libertadores. Não há como ver um time de jogadores de qualidade evitar o chute ao gol, como fizeram nas duas partidas. Como mérito, ganhou um cargo de diretor e os diretores contrataram o Cuca, com problemas cardiológicos.

No Timão, a questão é outra, mas o momento é o mesmo, pois o retorno de Fábio Carile, não foi em boa hora, principalmente porque o time não entra no perfil que ele gosta de jogar e não consegue alcançar os resultados esperados, por falta de criação e ao mesmo tempo, falhas constantes na marcação dos defensores. Todavia, entendo que é o início de trabalho, mas já passou o tempo de mostrar a qualidade individual de atletas como Vagner Love, Jadson e o próprio Sornoza. O que vejo é apenas o Gustagol que aprendeu a marcar gol e honrar o seu apelido que no começo de carreira pesou demais para ele.

Avaliando o que podemos esperar de um clássico tão importante para o Estado de São Paulo é um resultado apertado, mas de muita reclamação e pouco futebol de qualidade, mostrando o que temos em muitos setores do país – a verdade crise majestosa.

Sidney Botelho – Instagram @sidneybotelho

Site: www.sidneybotelho.com.br

São Paulo e Corinthians, objetivos diferentes em mês de transformação!


Alô Amigo!

Hoje é o dia de muita tensão entre as duas equipes que buscam objetivos diferentes, mas o resultado final é o mesmo, o título do Campeonato Paulista.

São Paulo e Corinthians fazem a primeira partida da final no estádio Cícero Pompeu de Toledo e, o tempero especial é que de um lado o time mandante espera quebrar um jejum de dezesseis anos e o visitante quer comemorar o tricampeonato diante do arquirrival.

Muito curioso é que os adversários, deste domingo, estão parecidos no quesito ritmo de jogo e competitividade. Foi notório o crescimento do rendimento dentro de campo, principalmente do Tricolor na fase do mata-mata.

No São Paulo o clima mudou deste que passou o sufoco na última rodada do Paulistão diante do São Caetano, pois a partir daquele empate suado, que os atletas perceberam que precisavam mostrar algo mais do que estavam apresentando para a torcida. Coincidência ou não, foi justamente no período da negociação de Diego Souza com o Botafogo.

Afirmar que é mérito de Wagner Mancini é muita hipocrisia, pois naquele momento o péssimo treinador André Jardini foi afastado do cargo e Cuca começou a trabalhar efetivamente, direcionando o interino para que o time entrasse no eixo e pudesse alcançar os êxitos individuais, os jogos das quartas, semi e agora, final.

No Timão, a realidade é outra…

Não vence há dois jogos decisivos e vem de disputa de pênaltis, diante do Santos. Aliás, perfeita disputa penais entre as duas equipes, no qual o fundamento foi bem aplicado pelos atletas, mesmo com os erros, reconhecemos que todas foram boas cobranças.

Voltando ao jogo deste domingo, o Corinthians evoluiu e consegue ter mais tranquilidade em decisões do que o oponente futebolístico. A base de um time vencedor, mas se perde com algumas limitações não identificadas pelo treinador e que em alguns casos geram desconforto e abalos aos que estão na disputa direta dentro de campo. O exemplo da estratégia usada durante a partida da semifinal, mostrou o lado frágil de um time que ficou 90% da partida acuado e sem reação, fazendo com que o Peixe se desgastasse em criação e logicamente, chutes ao gol, mantendo em alta a performance do ídolo Cássio.

Creio que escrevi, em outras ocasiões, que o Corinthians tem dois bons jogadores – o goleiro e o atacante Gustagol, mas contar com eles é acreditar que a sorte estará presente em todos os momentos e quando perceberem um ou os dois podem demonstrar cansaço e perder desempenho.

Em relação as declarações do presidente Andres Sanches, sobre não entrar em campo se o ônibus for apedrejado, creio eu que tudo isso poderia apenas ficar entre os responsáveis e não ter vindo a público, pois gera um mal-estar entre todos e a tendência como resposta é que alguns indivíduos possam pensar de maneira diferente e com o instinto violento, atirar pedras em direção ao veículo alvinegro.

O São Paulo não é o favorito, mas em uma disputa de dois turnos, posso adiantar que se conseguir um bom placar no primeiro jogo, com certeza, para o jogo de volta vai saborear um bom chocolate, no domingo de Páscoa.

 Sidney Botelho – Instagram @sidneybotelhooficial