Neymar Jr a queda de um ídolo!


Alô Amigo! A semana que se inicia, já que tudo começa no domingo, mas entendemos que é um dia de descanso e justamente estamos cansados do assunto Neymar Jr.

Lamentavelmente, dedicarei a minha coluna ao até então ídolo nacional, que passa pelo momento mais temível de sua carreira que é as identidades pessoal e profissional.

Avaliar a carreira, deste menino, assim ele é chamado pelo técnico da seleção brasileira e não muito diferente pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. O que eles não perceberam que o menino tem 27 anos e eles não são pais do rapaz, o que faz com que o Peter Pan do Brasil, nunca cresça.

Acusado por estupro e agressão a uma mulher, discussão com o torcedor após perder um jogo quase ganho, lesões contínuas, tornou-se a chacota mundial na Copa 2018 e possui polêmicas em baladas em todo o Brasil, principalmente em sua última recuperação, passando o Carnaval na terra natal.

O que percebemos é que tudo que ele faz é para passar a mão na cabeça e aguentar o seu mimo de todas as pessoas que estão a sua volta.

Estar a volta do menino Ney é ter status em nosso país, ser parça do principal jogador verdeamarelo é como ser CEO de uma multinacional e ser pai dele e com o mesmo nome, é algo vantajoso para se encontrar com ministro da Economia Paulo Guedes.

Eu me perguntei a semana toda, pois a minha formação me permite avaliar a carreira dele e os seus valores, qual é o sentido de ser Neymar Jr nos dias atuais? Que exemplo esse atleta deixa para as crianças? Por que ele não se espelha no Cristiano Ronaldo e no Messi?

Quem deve responder tudo isso é o próprio atleta, pois ninguém mais pode mudar a sua imagem a não ele próprio. As respostas sempre são dadas pelos assessores e pelo pai, que para mim é o que mais errou até o momento, pois a direção que tomou foi a mais equivocada para a vida do seu filho.

Se pararmos para analisar desde os seus 12 anos virou referência dos mais jovens para o futebol e vemos uma história se acabando de forma precoce, como por exemplo de Adriano e Ronaldinho Gaúcho , que poderiam ir mais longe e por terem administradores familiares, se tornaram profissionais vistos não como solução dentro de campo, mas apenas de facilidade de arrecadação de marketing na venda dos seus produtos.

Concluo esse texto com a frase da mãe do próprio Neymar Jr. – “Ele precisa esquecer os amigos e pensar mais em Deus”. Não vamos entrar na questão religiosa, mas chegou o momento de viver para si e não para os outros.

Sidney Botelho na Copa Caribe 2015

Alo Amigo!

O mês de maio foi muito dificil para mim, todos sabem pela perda da minha mamãe, na metade do mês.

Diante da saudade, eu embarquei para Cancun, no México, para trasmitir a minha quinta competição internacional, sendo a segunda Copa Caribe consecutiva, nesta ocasião pela AFIA.

O convite foi aceito com muita alegria, pela confiança oferecida pelo presidente da AFIA, Rogério Donato, na qual eu agradeço o carinho dedicado, durante todos os dias de competição e nos encontros formais.

Aqui reforço, que na viagem, fomos bem conduzidos e apoiados pelos competentes Eduardo Tadashi, Wilson Barbosa e Marçal.

A equipe de turismo da Cia Soccer Travel, que nos dá a melhor estrutura para o trabalho e lazer, tanto para a questão aérea, quanto para o tema hospedagem no Riu Hotel Caribe.

A estrutura da competição é excelente e não tenho o que falar da organização da AFIA, que nos oferece toda a base para que eu e o também, narrador, além de amigo, Edmar Ferreira, possamos exercer o nosso ofício. Sem falar da grande e experiente equipe da AFIA TV, que contou com os competentes profissionais da Digital Produções.

A parte disciplinar por responsabilidade arbitros experientes – Péricles Bassols (CBF e FIFA), Wagner Heway (CBF), Rudy Angela (Concacaf – Aruba), Marcelo Rogério e José Henrique de Carvalho, ambos da FPF.

E aqui vão os agradecimentos para todas as equipes que disputaram a Copa Caribe 2015, especialmente as equipes BH, Banespa e Minas Tênis Clube (BH) campeões das categorias Diamond,Silver e Gold, além das equipes Tradição, Uno Madeplast e dos meus amigos que conquistei da Engemon.

Mas ninguém faz nada sozinho e aqui agradeço a todos da AFIA, Copas CiaTravel, Arbitragem, Comentaristas, Narrador Edmar Ferreira e a todos que me ajudaram a escrever mais uma história da minha carreira jornalista.

Ofereço cada um dos 103 gols que narrei pra minha mamãe Madalena que me deu esse incentivo para levar a alegria através da comunicação. Te amo mamãe!
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Arquibancada Olímpica recebe Faby Moraes e Marcio Braga

Alo Amigo! Boa tarde! Na ultima segunda-feira, recebi na Arquibancada Olímpica ,na Rede Gospel de TV, a atleta Fabi Moraes e o paratleta Marcio Leite .

Além dos atletas, tivemos o comentarista Coronado Coelho, que falou da lambança do clássico Palmeiras e Santos, na decisão do Campeonato Paulista.

O programa teve, ainda uma homenagem ao Estádio do Pacaembú e os 500 dias que antecedem o Jogos Paralímpicos do Rio2006.

Veja os históricos dos atletas:

FABIANA MORAES (Faby Moraes)

NASCIMENTO: 05 de Junho de 1986 (28 anos)

NATURALIDADE: Santa Cruz – RJ

RESIDÊNCIA: São Paulo – SP

MODALIDADE: Atleta – Atletismo – 100m com barreiras

INSTITUIÇÃO: Seleção Brasileira de Atletismo

  • Bicampeã Sul-americana
  • 9 vezes Campeã Brasileira
  • Recorde Pessoal: 12.98″

Carioca, Nascida em Santa Cruz na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Fabiana iniciou a vida esportiva na Escola Municipal Sindicalista Chico Mendes. Sendo vista como um talento foi convidada para fazer Atletismo no Projeto Social da Mangueira em Outubro de 1998 com o Professor Peron e especializou-se nos 100 metros c/ barreiras no ano de 2001 e passou a ter seu nome como referência na prova desde então.

Em Novembro de 2006 Fabiana foi convidada para treinar em São Paulo pelo técnico Nélio Moura e Tania Moura para fazer parte do grupo M&M Atletismo, grupo este composto por atletas olímpicos de destaque no âmbito nacional e internacional, o que serviu de espelho para treinar duro e dedicar cada dia ao objetivo de estar entre os atletas de destaque do meu grupo e consequentemente do Brasil.

Assim como os Jogos Pan-americanos Rio 2007 as Olimpíadas Rio 2016 será um sonho que pretende ver realizado por Fabiana. A carioca de apenas 28 já está traçando sua rotina de treinamentos com foco nos Jogos Olímpicos que será realizado em sua cidade natal do Rio de Janeiro.

O Atletismo é de suma importância na sua vida,[ “pois foi através dele que pude obter um nível cultural acima daquele no qual fui criada. Sempre soube o quão importante era dar valor aos estudos e foi o atletismo que abriu portas”] para obter sua formação em Marketing, aprender outras línguas e conhecer outros países.

Hoje em dia olha para trás e inspira-se no tempo em que treinava na Mangueira para ir em busca de seus sonhos.

RESULTADOS:

  • Atleta Pan-Americano Rio 2007
  • 5º Colocada Pan-americano Juvenil Windsor 2005
  • Campeã e vice-campeã mundial dos Jogos da Lusofonia (China/POR)
  • Campeã Sul-Americana Juvenil (Argentina)
  • Campeã Sul-Americana Sub-23 (Peru)
  • Vice-Campeã Jogos Sul-Americanos Sub-23 (ARG)
  • Terceira colocada Sul-Americana Adulto (Peru/COL)
  • Tricampeã Brasileira Adulto
  • Tricampeã Brasileira Sub – 23
  • Bicampeã Brasileira Juvenil
  • Vice Campeã Brasileira menor (2001/2002)
  • Recordista Sul-Americana Menor Revezamento Medley (2002)
  • Recordista do Campeonato Brasileiro Sub-23 (2007 à 2010)
  • Recordista Estadual e do Campeonato Estadual RJ Menor (2002 à 2003)
  • Recordista do torneio Mario Paz (La Paz-Bolívia)
  • Recordista do Torneio Julia Iriarte (Cochabamba-BOL)
  • Destaque de melhor atleta FEMININO do Campeonato Brasileiro sub-23 edição 2007
  • Destaque de melhor atleta FEMININO do Troféu Brasil Infanto Juvenil (2000)
  • Líder do Ranking Sul-Americano Juvenil (2005)
  • Líder do Ranking Sul-Americano Sub-23 (2005/2008)
  • Líder do Ranking Brasileiro Adulto (2009/2010/2013)
  • 100m HURDLES, 10 BEST RESULTS (LEGAL)

MARCIO BRAGA LEITE

NASCIMENTO: 28 de fevereiro de 1977 (38 anos)

NATURALIDADE: Santos – SP

RESIDÊNCIA: São Paulo – SP

MODALIDADE: Paratleta – Atletismo – Arremesso de Peso, Lançamento de Dardo e Disco

INSTITUIÇÃO: Instituto Mara Gabrilli

  • Ouro, em Aremesso de Peso, no Open Internacional 2015
  • Prata, em Lançamento de Disco, no Open Internacional 2015
  • Tricampeão brasileiro de Lançamento de Dardo

Marcio Braga, sempre praticou esportes, perdeu a visão por complicações após um acidente de trabalho em 2007, quando trabalhava como cozinheiro.

Conheceu o esporte paralímpico em 2010 na modalidade goalball e em 2011 ingressou no atletismo.

Em 2014, conquistou a tricampeonato brasileiro de lançamento de dardo.

O atleta é destaque em todas modalidades que participa e a partir de 2015 passou a ter apoio do IMG.

Atletismo foi tema da Arquibancada Olímpica com Sidney Botelho

Para o ser humano, aprender a caminhar e, posteriormente, a correr e a saltar são manifestações tão naturais quanto aprender a falar, a gesticular ou a manifestar sentimentos. Nesse sentido, é natural que o atletismo, com suas provas de corrida, saltos e arremessos, seja a manifestação esportiva mais antiga do mundo.

Embora os primeiros registros de competições organizadas datem de 776 a.C., quando os gregos passaram a se reunir para disputar os Jogos Olímpicos, há indícios de que provas de atletismo já eram realizadas entre os egípcios e outras civilizações da Ásia antes das Olimpíadas gregas.

A CBAt …

CBAtNos Jogos Olímpicos da Grécia Antiga, o “stadium” se converteu na primeira disputa oficial. A prova consistia em uma corrida de aproximadamente 192 metros. Em 776 a.C., foi vencida por Coroebus, que, assim, imortalizou seu nome como o primeiro campeão olímpico da história.

Com a invasão dos romanos à Grécia, em 456 a.C., a disputa dos Jogos Olímpicos perdeu força gradualmente até chegar a um ponto em que a competição era vista como meras disputas de combates. Assim, em 393 a.C., ocorreu a última edição das Olimpíadas da antiguidade, após 293 edições.

O moderno formato do atletismo, com provas que englobavam uma variedade de provas de corrida, saltos, arremessos e eventos combinados, voltou a ganhar força no fim do século 19, quando escolas e academias militares passaram a incorporar esportes e exercícios como parte dos programas educacionais. Essa prática levou à organização de competições, que remontam a 1840, em Shropshire, na Inglaterra, a primeira de que se tem notícia no século 19. Na década de 1880, competições passaram a ser disputadas nos Estados Unidos, na Inglaterra e nos demais países da Europa, bem como em várias outras nações desenvolvidas.

Em 1896, com a disputa da primeira edição dos Jogos Olímpicos da Era Moderna, o atletismo ganhou força e sua prática difundiu-se em todo o mundo nas décadas seguintes, sendo reforçada a partir de 1912, com a fundação da Federação Internacional de Atletismo (IAAF).

Curiosidades do esporte mais nobre dos jogos

Falcatrua na maratona – A prova da maratona nas Olimpíadas de St. Louis, nos Estados Unidos, em 1904, ficou marcada como um dos momentos mais bizarros da história dos Jogos. Após 3h13min de prova, o norte-americano Frederick Lorz foi o primeiro a entrar no Estádio Olímpico, sendo ovacionado pela torcida. Consagrado, Lorz havia tirado fotos com a filha do presidente dos Estados Unidos, Alice Roosevelt, e estava a caminho de receber sua medalha de ouro quando a chocante verdade veio à tona: ele não havia completado todo o percurso correndo. Lorz havia passado mal na altura do quilômetro 15 e foi socorrido e levado de carro pela maior parte do percurso. Então, sentindo-se melhor nas proximidades do Estádio Olímpico, desceu do carro e completou a prova correndo, praticamente seco e sem poeira nos pés. Lorz declarou que tudo não passava de uma piada, mas acabou banido do esporte. Entretanto, recuperou o direito de voltar a competir e já no ano seguinte venceu, desta vez de forma honesta, a Maratona de Boston. O norte-americano Thomas Hicks, que cruzou a linha de chegada após 3h28min de prova em condições físicas deploráveis, próximo de um colapso, foi declarado vencedor da maratona nas Olimpíadas de St. Louis.

Na edição do ultimo dia 06 de abril, no programa Arquibancada Olímpica, Sidney Botelho recebeu o atleta dos 100, 200 e 4×100 metros Somália Galdino:

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“SOMÁLIA” GALDINO (ADAUTO GALDINO)

NASCIMENTO: 29/06/1986 (28 anos)

NATURALIDADE:

MODALIDADE: Atleta – Atletismo – Velocista – Especialista nos 100, 200 e revezamento 4 x 100 metros rasos

INSTITUIÇÃO: Centro Olímpico – Mogi das Cruzes

– 3 colocado no troféu Brasil caixa de atletismo

– 3 colocado no GP Brasil caixa de atletismo

– Campeão dos jogos abertos de 2014

– Campeão dos jogos regionais 2014

Adauto Galdino Ricardo,mais conhecido pelo nome artístico de “Somalia”. Começou no esporte, em 2008. É velocista e especialista nas provas de:100, 200 e revezamento 4×100 metros rasos. Atleta da equipe: Projeto fênix de atletismo, da cidade de Mogi das Cruzes.

Principais Competições: 3 colocado no troféu Brasil caixa de atletismo,3 colocado no GP Brasil caixa de atletismo,Campeão dos jogos abertos de 2014,Campeão dos jogos regionais 2014.

Objetivos para o futuro: integrar a seleção brasileira de atletismo,que disputará o mundial de revezamento em Barramas, ir para os jogos pan-americanos e sul-americanos 2015,e principalmente ser um dos representantes da seleção brasileira nas Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016.

Matéria: Camila Andrade

Conheça história do Goalball com Rafael Tavares no Arquibancada Olímpica

Ao contrário de muitos esportes que tem origem no esporte olímpico e passam por adaptações, o Goalball foi criado exclusivamente para pessoas com deficiência visual – cegas ou com baixa visão. Sua origem vem do ano de 1946, na Alemanha, criado pelo austríaco Hanz Lorenzen e pelo alemão Sepp Reindle como forma de reabilitação de veteranos das duas Grandes Guerras Mundiais.

Quase 30 anos depois de ser criado, o esporte aproveitou a passagem dos Jogos Paralímpicos pelo país onde nasceu, em 1972, para fazer sua primeira aparição internacional. Na edição seguinte, realizada quatro anos depois em Toronto, no Canadá, entrou oficialmente na disputa, apenas para homens – as mulheres passaram a fazer parte em 1984, quando a competição teve como sedes Nova Iorque e Stoke Mandeville, na Inglaterra.

No Goalball, dois times com três atletas cada lançam bolas um contra o outro, alternadamente, com o objetivo de marcar gols no adversário. Apesar da diferente classificação visual dos atletas, todos competem juntos e vendados para que ninguém fique em desvantagem. O espaço de jogo é do mesmo tamanho de uma quadra de vôlei (18 metros de comprimento por 9 de largura), e as metas, que ficam na linha de fundo de cada lado, medem 9m de largura por 1m30 de altura.

Cada metade da quadra é dividida em três áreas de 3 x 9m: a área de orientação, a área de lançamento e a área neutra. Cada time não pode invadir a parte do adversário, e tem apenas o seu espaço para lançar a bola rasteira ou quicando, tendo obrigatoriamente que tocar o chão da sua metade antes de atingir a outra.

Já os jogadores do time que está se defendendo podem deitar no chão para tentar cobrir todo o gol, também dentro de uma área limitada, e tem o posicionamento orientado por linhas táteis – barbantes presos com fita adesiva.

Além de arbitrar a partida, no Goalball os árbitros têm a função de comandar o jogo, narrando a ação dos participantes. Todas as regulamentações do esporte estão a cargo da Federação Internacional de Esportes para Cegos (IBSA, em inglês).

A bola oficial tem um tamanho semelhante à de Basquetebol, mas sem câmara de ar interna. Ela possui guizos dentro dela e, na parte de fora, orifícios que potencializam o barulho, para que os jogadores se orientem.

As partidas são disputadas em dois tempos de 12 minutos, com três de intervalo. Quando uma equipe abre dez gols de vantagem, o confronto é encerrado imediatamente, não importando o tempo da partida.

Veja os números de um dos grandes nomes do Goal Ball – RAFAEL TAVARES, que esteve na edição do dia 06 de abril de 2015 do Programa Arquibancada Olímpica da Rede Gospel de TV, com apresentação de Sidney Botelho.

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NASCIMENTO: 20 de janeiro de 1992
NATURALIDADE: Itapetininga
RESIDENTE: Alambari
MODALIDADE: Paratleta – GoalBall
INSTITUIÇÃO: Santos FC e Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais

Títulos:
• Quarto lugar nas Paralimpíadas Escolares, em 2011
• Campeão Paralimpíadas Escolares, em 2012
• Terceiro lugar no Mundial da IBSA, com a Seleção Brasileira principal, em 2013
• Quarto lugar no Campeonato Paulista, pelo CEPREVI, em 2014

Participações em campeonatos (paulista, escolar, regional e copa são Paulo).
Começou a jogar no time (CEPREVI) de Itapetininga (170 KM) de São Paulo em 2007.
Em 2010 recebeu convocação para representar o estado nas paralimpíadas escolares, ficou em quarto lugar.
No mesmo ano, tiveram acesso da série (c) para série (b) do campeonato paulista.
Em 2011 recebeu novamente a convocação para o campeonato para olimpíadas escolares, aonde conquistaram o título.
Em 2012, acesso da série (b) para a série (a) do campeonato paulista.
Em 2013 teve uma grande surpresa, e seu verdadeiro sonho estava sendo realizado.
Recebeu uma convocação para a seleção brasileira de goalball. No mesmo ano, particiou do mundial da IBSA em Colorado Springs, nos Estados Unidos ficando em terceiro lugar.
Em 2014 participando com o time de Itapetininga (CEPREVI) ficou em quarto lugar no campeonato paulista.
Agora integra o time do Santos Futebol Clube e a Seleção Brasileira de GoalBall.

Reportagem: Camila Andrade

Sidney Botelho recebe Adriana Araujo do medalhista do boxe feminino

ADRIANA ARAUJO COM SIDNEY BOTELHO

Alo Amigo! Na ultima segunda-feira, dia 22 de Março, recebi na Arquibancada Gospel Olímpica, na Rede Gospel de TV, a boxeadora Adriana Araujo, medalhista em Londres.

Conheça a história dessa grande atleta.

ADRIANA ARAÚJO

NASCIMENTO: 04 de novembro de 1981 (33 anos)

NATURALIDADE: Salvador – BA

MODALIDADE: Atleta – Boxe – Categoria peso-leve, até 60 kg

INSTITUIÇÃO: Confederação Brasileira de Boxe

  • Bronze – Jogos Olímpicos de Londres
  • 2ª colocada no Torneio Pré-Olímpico da China – 2012
  • Ouro nos Jogos Sul-americanos Medellín 2010
  • Heptacampeã brasileira
  • Pentacampeã do Campeonato Pan-americano (05/07/08/09/10)

Adriana começou no esporte, no futebol. Após ficar um tempo sem praticar, entrou no boxe, pensando em sua estética. Recebeu um convite de Aline Magalhães para fazer uma aula e acabou gostando do boxe.

Após pouco mais de um mês, Rangel Almeida, seu treinador, perguntou se ela queria lutar. Começou a viver do esporte a partir de 2002, quando realizou a primeira luta fora de seu estado, em Recife, contra Simone Duarte, uma das referências do boxe feminino e com uma luta extraordinária, viu ali, que poderia realizar um sonho de ouvir o hino de seu país, em um pódio. Ela só não sabia em qual esporte seria e desde esse dia, sabia.

Nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, participando da categoria leve (até 60 kg), Adriana venceu a primeira luta contra a cazaque Saida Khassenova por 16 a 14, passando às quartas de final. Foi a primeira brasileira a vencer uma luta de boxe feminino em Olimpíadas. Nas quartas de final, venceu a marroquina Mahjouba Oubtil por 16 a 12, garantindo uma medalha e tornando-se o segundo brasileiro — o primeiro foi Servílio de Oliveira — e a primeira mulher a obter medalha olímpica no boxe.

O bronze conquistado por ela foi a centésima medalha brasileira em Olimpíadas.

Adriana ficou fora da equipe principal desde abril de 2013, por conta de divergências com a Confederação Brasileira de Boxe (CBBoxe), o retorno de Adriana à seleção brasileira foi sacramentado no final de fevereiro de 2014, após reunião no Ministério do Esporte.

Adriana tem certeza que em 2016 vai trazer mais orgulho para o país.

 

BOXE

Os primeiros registros do Boxe datam do Egito, por volta do ano 3.000 antes de Cristo. O esporte é praticado desde os chamados Jogos Olímpicos da Antiguidade, no final do Século VII, quando lutadores usavam tiras de couro para proteger mãos e antebraços na Grécia Antiga. Anos depois, em Roma, elas foram substituídas por uma luva com entalhes de metal, mas os combates eram muito sangrentos e sempre terminavam com a morte de algum dos participantes.

Após a queda do Império Romano, o Boxe desapareceu. O esporte voltou a ganhar força por volta do Século XVII, na Inglaterra, e lutas amadoras foram organizadas de forma oficial em 1880.

A estreia do esporte nos Jogos Olímpicos aconteceu na edição de 1904, em Saint Louis. O Boxe ficou fora da edição de 1912, em Estocolmo, porque a lei sueca à época proibia a prática das disciplinas de combate.

O Boxe retornou ao programa olímpico em 1920, quando Antuérpia, na Bélgica, recebeu os Jogos. Neste mesmo ano, foi fundada a federação internacional de boxe. Desde então, as regras evoluíram: o capacete de proteção se tornou obrigatório nas edições de 1984, em Los Angeles, enquanto em 1992, na cidade de Barcelona, foi introduzido o sistema de contagem eletrônica, entre outras mudanças.

Os Jogos de 2012, em Londres, foram palco da principal novidade no Boxe: a entrada de três categorias femininas – Mosca (48 a 51 kg), Leve (57 a 60 kg) e Médio (69 a 75 kg).

Os combates femininos tem quatro rounds com duração de dois minutos. Cinco juízes independentes alocados ao redor do ringue pontuam a luta e decidem o vencedor ao fim do último round. Os juízes estão sempre de olho nos golpes com qualidade, além de critérios como técnica, tática, competitividade e domínio. Os combates também terminam em caso de nocaute, ou nocaute técnico. O árbitro pode encerrar a luta caso acredite que um dos participantes não esteja em condições de continuar.

O formato da disputa olímpica é por eliminação direta. As chaves masculinas contam com 16 a 28 participantes, dependendo da categoria, enquanto as mulheres entrarão em chaves de 12. Os vencedores de cada lado disputam o ouro, e cada um dos perdedores das semifinais recebe uma medalha de bronze.

Para as Olimpíadas do Rio de Janeiro, a Federação Internacional de Boxe (AIBA, sigla em inglês) criou um novo sistema para permitir que lutadores profissionais participem dos Jogos pela primeira vez. Mas isso não significa que nomes como Floyd Mayweather vão estar no Rio, já que é preciso atender a alguns critérios e participar ativamente da APB (AIBA Pro Boxing), liga profissional da federação. Além disso, outras regras serão alteradas, como a obrigatoriedade do uso do capacete e de camiseta.

As categorias

O boxe olímpico passou a ter três categorias no feminino na última edição dos Jogos, em Londres-2012.

Feminino
•        Mosca (até 51kg)

  •        Leve (até 60kg)
  •        Meio-pesado (até 81kg)

Brasileiros medalhistas

– Servilio de Oliveira, bronze, Cidade do México, 1968, peso mosca, até 51kg

– Esquiva Falcão Florentino, prata, Londres, 2012, peso médio, até 75kg

– Yamaguchi Falcão Florentino, bronze, Londres,2012, meio pesado. Até 81kg

– Adriana Araújo, bronze, Londres, 2012, peso leve, até 60kg

 

Bruno atleta paralímpico na Arquibancada Gospel Olímpica

arquibancada gospel olimpica

Alo Amigo!

Na ultima segunda-feira, dia 02 de março, recebi no Programa Arquibancada Gospel Olímpica recebi o velejador BRUNO LANDGRAF DAS NEVES, que nasceu 1 de Maio de 1986 (28 anos), em São Lourenço da Serra/SP, atualmente é Paratleta – Timoeiro – Vela

Veja a sua história:

Bruno Landgraf das Neves é um ex-goleiro de futebol, jogou no São Paulo e Seleção Brasileira. Atualmente é um velejador paraolímpico.

Chegou as categorias de base do São Paulo Futebol Clube ainda bem jovem, em 1998, sendo considerado uma das grandes promessas para o futebol brasileiro no futuro.

O jovem goleiro foi convocado diversas vezes para as categorias de base da Seleção Brasileira, inclusive participando da conquista da Copa do Mundo de Futebol Sub-17 em 2003.

Tudo isso antes mesmo de se tornar profissional, o que aconteceu em 2005, no próprio São Paulo. Neste ano o jogador foi ainda convocado para a Copa do Mundo de Futebol Sub-20. Em 2006 Bruno era o terceiro goleiro do São Paulo, e muitos já o consideravam o substituto de Rogério Ceni nos próximos anos.

Em 11 de Agosto de 2006, Bruno sofreu um acidente automobilístico enquanto dirigia um veículo na Rodovia Régis Bittencourt. Além dele, estavam no carro o quarto goleiro do São Paulo, Weverson Eron Maldonado Saffiotti, e as jogadoras de Vôlei do Finasa/Osasco Natália Lani Sena Manfrim, Paula Carbonari Gomes do Monte e Clarice Benício Peixoto.

O acidente, no qual não se sabe a causa, acabou resultando na morte de Weverson e de Natália, e Bruno acabou tendo um gravíssimo deslocamento na coluna, lhe deixando tetraplégico, acabando precocemente assim com a sua carreira. Passou oito meses e 12 dias internado.

Depois de quatro anos, a clausura das paredes do quarto se transformou na indescritível sensação de liberdade. Desde 2009, veleja duas vezes por semana no clube da Associação dos Servidores do Banco Central (ASBAC), localizado na represa de Guarapiranga, Região Metropolitana de São Paulo.

Entre as sessões de fisioterapia na Unicid, uma professora da universidade foi quem apresentou Bruno ao esporte que tomaria conta de sua vida Acompanhado do pai Luiz, Bruno procurou o ASBAC e a primeira vez deu aos integrantes do clube a quase certeza de que não haveria outra.

O dia estava feio, a chuva batia contra seu corpo e a ausência de movimento de tronco tornava necessária a presença de alguém que servisse como suporte no barco adaptado. Bruno precisa da ajuda de equipe e pai quando sai da cadeira de rodas para o barco. Lá dentro, é o capitão. O timoneiro. É ele quem decide os rumos do novo veículo de trabalho.

Em Julho de 2011, conquistou no Mundial, que reuniu os melhores velejadores com deficiência do mundo, em Weymouth, na Inglaterra a inédita vaga para Londres 2012 na classe Skud 18.

Bruno teve o auxílio de um dos maiores velejadores da história do esporte, o campeão olímpico Robert Scheidt, que promoveu um leilão para arrecadar fundos para disponibilizar o barco de treinamento de Bruno.

Outro campeão que cruzou seu caminho foi o maior ídolo de seu clube do coração, Rogério Ceni. Rogério ao longo da evolução de Bruno nas categorias de base, dizia que o jovem seria seu sucessor. Após o acidente, durante os nove meses em que Bruno ficou internado no hospital, Rogério o visitava todos os dias antes do treino.

Até hoje o goleiro do tricolor paulista leva Bruno para almoçar no Centro de Treinamento do clube paulistano uma vez ao mês.

Títulos no futebol: Copa do Mundo Sub-17 – 2003 e Campeonato Mundial Sub-20: 2005 (3º colocado).

Produção: Camila Andrade e Apresentação de Sidney Botelho

Sidney Botelho recebe Aline Rocha e Grummy na Arquibancada Olímpica

Alo Amigo!

Que honra receber, nesta segunda-feira dia 09/02/2015, dois atletas que são nomes importantes para a nosso país. Aline Rocha, atleta paralímpica e tri-campeã da São Silvestre, além do Neymar do polo-aquático Gustavo Grummy Guimarães – Water Polo.
O programa Arquibancada Gospel Olímpica vai ar todas as segundas-feiras, 18:30, na Rede Gospel e tenho o comentário do ex-arbitro de futebol Cesar Coronado. Produção de Camila Andrade e edição de Elaine Ruivo, direção da Karen Chrisostomo e apresentação de Sidney Botelho.
Divulguem!

Estamos nos canais 26 (Net) , 53 (UHF) e na internet www.redegospel.tv.br

Jogos Olímpicos e Paralímpicos

Arquibancada Gospel esta de volta na Rede Gospel com Sidney Botelho

 

Alo Amigo! É com grande satisfação que anuncio que a partir do próximo todas as segundas-feiras, apresentarei o Arquibancada Gospel Olímpico e Paralímpico, na Rede Gospel de TV.

O programa irá ao ar as 18:30hs, com participação do árbitro de futebol César Coronado, do narrador Anderson Silva, os repórteres Rodrigo Bittar  e Guto Monte Ablas, todas os três da Rádio Premium Esportes.

Na estreia estarão a paraatleta Larissa Nascimento (natação), a atleta Caroline Kumahara (Tênis de Mesa) e a goleira Monique Somose, além do Coronado.

A direção é de Karen Chrisóstomo, produção Elaine Ruivo e colaboração de Camila Andrade (Rádio Premium Esportes).

O apresentador Sidney Botelho agradece muito a oportunidade oferecida pela a emissora, pois junto com a própria Karen, apresentam o Diário de Notícias.

O carinho eterno aos responsáveis pela emissora Apóstolo Estevam Hernandes, Bispas Sonia Hernandes e Fernanda Hernandes.

O Arquibancada Gospel também tem sua edição pela Rádio Gospel FM, durante o Programa Manhã Gospel, apresentado por Giba de Jesus, produzido pelo jornalista Luiz Roberto Moura.

Para assistir – Canais 26 (NET) e 53 (UHF), pela internet – www.redegospel.tv.br.

Para ouvir, as segundas, quartas e sextas as 9:50hs, basta sintonizar 90,1 FM.

Agora é só curtir!