Quer surpreender o seu cliente? COMUNIQUE-SE!

Alô Amigo!

Como é bom ter uma comunicação eficaz em todos os setores de atuação que vivenciamos ao longo do nosso dia a dia, dentro e fora das empresas, inclusive quando praticamos essa qualidade em nosso lar, com eficiência e muita naturalidade.

Neste início de 2019, participei de muitos congressos e workshops. Percebi que os temas abordados sempre direcionavam para a melhoria da comunicação entre os colaboradores internos da companhia e a comunicação junto aos seus clientes, criando a possibilidade de tomada de decisões e aumentando a criatividade dos ouvintes.

O curioso que as dezenas de profissionais que pude avaliar, neste período e, ao mesmo tempo, mostrar a direção de algo que eles não percebiam e esqueciam de praticar, pois é algo tão fundamental para o aproveitamento da oportunidade que lhes ofereciam, naquele momento especifico, que é “surpreender o cliente”.

Não é fácil encantar a todos no primeiro contato, sendo que em uma negociação ou apresentação de uma marca ou até mesmo, na defesa do plano de negócios junto aos diretores da respectiva empresa. Essa abordagem se torna um bicho de sete cabeças, com receio de que cada palavra possa mudar o caminho daquele encontro.

O mundo corporativo atual está carente de profissionais que possuem essa característica e esse domínio de comunicação focada a negócios, afirmo que esse mercado é estreito e apenas os melhores serão selecionados, por possuírem o diferencial de treinar incessantemente para se “habilitar” e seguir o que lhe foi proposto – vender, gerar resultados e aumentar o lucro da empresa.

Os grandes comunicadores sabem negociar com excelência, porque buscam o aprimoramento de entender o seu público como um todo, sendo que o simples olhar nos olhos os fazem crer que alcançarão o objetivo de surpreender aqueles que lhes ouvem.

Você deve se questionar – Como eles conseguem ter esse desempenho tão envolvente? A resposta inicial, que muitos desses profissionais nasceram com o “talento”, mas se permitiram a buscar a qualidade, com técnicas e ferramentas, até alcançarem 100% da sua “habilidade”.

A habilidade é a perseverança do seu talento, pois se não for aprimorado e adequado a realidade das pessoas do seu convívio, logo o profissional perceberá que não aproveitou o limite máximo do seu dom.

A frase fale menos e execute mais é muito pronunciada entre os profissionais, mas quando se tem o domínio da comunicação ou da negociação, o seu público ou o cliente, perceberá que você, realmente é diferente, pois usou a melhor forma de falar para executar com excelência o que foi prometido, surpreendendo todas as expectativas dos seus clientes.

Espero que você busque o melhor de você, comunique-se com você e mostre o seu talento para as pessoas que estão a sua volta.

Sidney Botelho.

Relacione-se, permita que a comunicação assertiva seja a principal ferramenta de trabalho!

Alô Amigo!

O mercado corporativo esta exigente e os profissionais buscam alternativas para superarem os seus desafios para concluírem os projetos e atenderem as demandas impostas pelas empresas que os contrataram e daqueles que arriscaram empreender.

A característica que diferencia o colaborador ou o empreendedor é a forma de se relacionar com os clientes e os colegas de profissão. Quando o tema é relacionamento, entendemos que existem muitas dificuldades para alcançarem as suas metas e seus objetivos.

A comunicação assertiva é a maneira ideal para o crescimento dos profissionais que buscam mudar a trajetória dentro da empresa, demonstrando que todas as estratégias criadas são direcionadas para a multiplicação da cultura e dos valores criados pelos idealizados da companhia e justamente, quando a empresa ganha independência de expressão a própria entra no ciclo de conflito departamental, quando os profissionais não se entendem e agem de acordo com o que trouxeram de outros lugares.

As empresas investem muito para que os colaboradores se desenvolvam na comunicação interna e externa, mas a falta da prática dos conceitos, aumenta a insatisfação do ambiente de trabalho e a produção dos profissionais diminui, gerando desconforto entre os pares, deixando claro que muitas vezes o problema é mais pessoal do que gestão.

O que os profissionais não percebem é que o poder da comunicação dentro da própria empresa permitirá que amplie a aptidão de negociar e, consequentemente, interfere no processo de captação de novos clientes e ou até mesmo a manutenção dos clientes antigos.

Sou adepto a liberdade de expressão, todavia no mundo corporativo vejo continuamente, em consultorias, mentorias e treinamentos aplicados em empresas ou individual, que muitas vezes o profissional quer impor o que ele pensa e contradiz com a nova política desenvolvida pelos superiores ou pelo RH.

A imposição do líder afeta diretamente os negócios da empresa, causando o mal-estar nos funcionários, prejudicando todo o sistema empresarial.

Se comunicar é praticar a arte da negociação, uma característica que é poderosa para o indivíduo, tendo em mente que desenvolvida facilitará na ascensão na carreira e principalmente, permitirá uma nova percepção para aumentar os ganhos da empresa e gerar inovação de projetos, produtos e serviços.

As empresas procuram profissionais que se relacionem na essência da palavra e que entendam a necessidade como um todo, não apenas os interesses alheios que não fazem parte do planejamento inicial.

Não há como negar que a comunicação assertiva é a ferramenta eficaz para o empreendedor e o colaborador fazerem a diferença no ramo atividade, por isso crie a cultura aberta de compartilhamento de informações, enraíze a troca de ideias saudáveis e aplicáveis para a sua empresa, não perca tempo e evite o desperdício do bem mais precioso que a empresa possível que é o clima harmonioso, criativo e próspero que se faz com o mais genuíno relacionamento.

Sidney Botelho

Storytelling – seja você e conquista o seu público!

Alô Amigo!

Nesta coluna serei um contador de histórias, pois creio que a oratória é justamente falarmos de nós para o público que negociamos, instruímos, ensinamos e o principal, nos relacionamos ao longo da vida pessoal e no âmbito profissional.

Muito se fala de “Storytelling” e afirmo que muitos podem exercer essa técnica no dia-a-dia, com técnicas que facilitam o desenrolar de qualquer apresentação, alcançando e melhorando o conhecimento e o entendimento do conteúdo transmitido.

Quando se pratica o storytelling, o profissional abrange todo o cenário e todos os aspectos do que se é relevante que oferecerá para a sua plateia e, quando falamos de público, não escrevo de quantidade, mas da qualidade da estrutura retórica e de roteiro que surpreenderá quem reservou minutos ou horas para ouvi-lo e assisti-lo.

Sempre reforço que a comunicação se expande a cada fração de segundos e o medo de falar em público ultrapassa esse sentimento tão limitador das pessoas que o tem e, que deixam de conquistar empregos, promoções, contratos milionários e até mesmo sair do ostracismo para chegar ao topo da carreira.

Os meios tecnológicos colaboram muito para que esse “gelo” seja deixado de lado e o profissional encare com mais naturalidade o palco dos negócios e flua com o que possui de melhor para a sociedade, que é o seu conhecimento em diversos setores.

Toda apresentação deve conter o que aprendemos desde criança com a nossa professora de literatura – o começo, o meio e fim. Mas para que essa dissertação seja eficaz temos que estruturar de maneira que todos venham a entender e se entusiasmar com o que é oferecido.

Ser um contador da própria história é muito difícil, pois quantas vezes nos preocupamos em responder a pergunta – Quem é você?, ou talvez, Defina os seus pontos fortes?

Mas o segredo para iniciar a sua própria história é entender o que se passou ao longo da sua trajetória pessoal ou profissional é relevante para o interlocutor. Diante do conteúdo, fortalecer a reflexão dos pensamentos e motivar as pessoas a verem que diante da superação, do êxito ou até mesmo do fracasso, venham gerar mudanças de atitudes e hábitos em todos e, com essa apresentação enriquecendo o aprendizado,criando o engajamento a multiplicação do conteúdo, podendo se tornar uma metáfora para as pessoas que ouvirão em outras ocasiões.

As técnicas do storytellingé aprender definitivamente falar em público com a qualidade de grandes oradores, entender que a apresentação oral, corporal, visual e do material exposto seja impactante e o principal consistente.

O domínio das palavras e a sabedoria de aplicar perante a plateia tem que ser vivida com a mesma energia que se viveu os momentos que serão compartilhados para o público. A energia dedicada gerará o envolvimento contínuo e motivador de todos que ali estão e consequentemente alcançará o encantamento geral, sabendo que o seu discurso transformou pessoas, aumentando a empatia e satisfação, fazendo crer que a sua missão e o seu propósito estão no caminho que tanto deseja para a sua vida.

Ei treinador, passe no RH!

Foto: Flávio Hopp

Alô Amigo!

Nesta semana muita coisa mudou nos times brasileiros, principalmente no comando técnico de alguns clubes tradicionais do Brasileirão. O curioso é que muitas vezes o problema não está no comando, mas nas atitudes dos atletas, que não entendem as orientações passadas pelos  próprios treinadores.

A quinta-feira, dia 26, foi marcada pelas demissões de Cuca no São Paulo, Rogério Ceni, no Cruzeiro, e também de Osvaldo Oliveira, no Fluminense, sem contar o pedido de demissão do coordenador técnico do tricolor paulista, Wagner Mancini.

Vamos começar com a equipe das Laranjeiras, o treinador até então Osvaldo de Oliveira, fez uma substituiçãoe tirou Paulo Henrique Ganso, que demonstrou totalmente insubordinação ofendendo o comandante e ao mesmo tempo sendo ofendido com palavras de desprezo.

No dia seguinte, a diretoria preocupada com o ambiente, preferiu demitir o treinador devido ele ter feito gestos obscenos para os torcedores, lembrando que não foi a primeira vez que ele se envolve em confusão pós partida.

Na minha opinião, o jogador deveria ser advertido. Pois respeitar o comandante faz parte da regra de qualquer  instituição ou de qualquer empresa, esse mesmo gesto de descaso, ao líder, ocorreu quando defendia o santos a quase uma década atrás.

Vamos agora falar da equipe sãopaulina que teve um dia tumultuado. Não é de hoje que o São Paulo vive uma desorganização,mas desta vez a diretoria surpreendeu de forma negativa efez pouco caso de sua própria estrutura e planejamento. Admissão de Cuca abriu a precedênciada possibilidade da chegada do Rogério Ceni voltar, mas o a diretoria optou em contratar  o técnico do toque-toque,Fernando Diniz, esquema que até agora só teve êxito no Audax.Fica a dúvida se ele trará o Sidão de volta.

Analisando todos os treinadores que saíram e entraram, acredito que a maior injustiça foi a de Zé Ricardo, no Fortaleza, onde a diretoria percebeu que o antigo treinador que deixou a equipe da Raposa, logo o contatou e com isso iniciou as negociações. É muito lamentável ver esse tipo de atitude por parte dos diretores do clube que demonstram que Rogério Ceni como fez no seu 1º clube como atleta, pode seguir o mesmo caminho na equipe do nordeste de mandar e desmandar no time.

Para o seu lugar a equipe das Minas Gerais não perdeu tempo e agradou os atletas Thiago Neves e Fred, trazendo o ex-paizão, Abel Braga.

A cada semana sou obrigado a comentar na minha coluna,  sobre demissões de  treinadores.Talvez eu precisaria expressar-me diariamente o tamanho do  descontentamento por que todos os dias um treinador no Brasil ouve a seguinte frase – Ei treinador, passe no RH.

Vestir a camisa da seleção é prazer ou obrigação?

Alô Amigo!

Os tempos mudaram de verdade e em todos os setores da sociedade mundial e no Brasil não é diferente, pois vemos muitas atitudes que os mais antigos não entendem e buscam explicações para o novo.
No futebol, os gostos mudaram também e o objetivo teve a sua alteração de forma particular e individual.


Os atletas mais jovens começam a jogar e quando vêem faturam milhões de euros e não coloquei a moeda local, o real, para mostrar o quanto esta mudado.


Diante do poder de autoridade e de reconhecimento, destes atletas, é nítida a insatisfação de uma das maiores alegrias do jogador de futebol que seria de vestir a camisa da seleção de seu país, no nosso caso, a brasileira.


O torcedor amava e provocava o adversário, comemorando a convocação do seu atleta para defender a nação, hoje o critério é outro, quando anunciado o nome pelo treinador, bate uma depressão em alguns e afirmo, em dizer, revolta pelos dirigentes que investem tudo e um pouco mais para que no momento de uma decisão, a confederação tire esse profissional de cumprir suas atividades no clube.


Agora volto a pergunta, será que vestir a camisa verde-amarela dá prazer ou apenas é obrigação?


Na atualidade, com tantas competições para suprirem as agendas das TVs, servir a seleção de seu país em amistosos é algo que desmotiva muito o jogador, dirigente e o próprio fanático por futebol.


Não me refiro da convocação de sete atletas, que estão em alta, no Brasileirão e, que depois de anos, voltamos a ter uma quantidade expressiva de convocados jogando em nossa terra, mas pela questão de que o campeonato esta em seu momento decisivo, impossibilitando a ausência deles para jogos diante de seleções sem muita expressão internacional, por somente faturar receita e não acrescentar nada em termos de formação de um time.


São vários exemplos de atletas que são convocados e compõem o elenco, sem possibilidade de entrarem em campo, servindo para completar o número exigido pela FIFA.


O tema é grande e polêmico, é necessário uma edição em um jornal da grande metrópole inteira para escrever sobre o que penso, mas de antemão, torço para reverem esse viés negativo para os clubes, pois ninguém quer trocar um grande salário para passar dias por um cachê, ou seja, os atletas jogam pelo dinheiro e pela obrigação, sem o prazer de alegrar os habitantes do seu país.

Brasileirão 2019, o mais competitivo da década!

Alô Amigo!

O Campeonato Brasileiro chega a sua metade e o que vemos são times fortes no topo e os que erraram no planejamento seguindo o que traçaram como objetivo.
Destaques da temporada vejo Flamengo e Santos, com o Palmeiras correndo atrás, mas não com o ritmo inferior aos rivais, mas sim, pela crise que o próprio elenco criou depois da parada da Copa América.
É muito curioso a regularidade das equipes, neste ano, pois diante de cada partida, os resultados são equivalentes e com poucas oscilações e variações.
Flamengo e Santos são equipes de formações distintas e o investimento dos cariocas foi infinitamente superior ao dos paulistas. O Mengão começou com Abel Braga, mas a torcida o tirou e foi em um bom momento, que com a chegada de Jorge Jesus o time se uniu, mas não podemos deixar de enxergar o elenco fantástico de Gabigol, Arrascaeta, Bruno Henrique, Filipe Luiz, Everton Ribeiro, dentre outros que aprenderam a jogar em conjunto e formar esse esquadrão. No Peixe, o diferencial é o técnico Jorge Sampaoli, que pediu e não foi atendido com os suas solicitações e teve que agir e hoje, mostrou que um time sem estrelas, com exceção de Soteldo, que pra mim é o melhor de todos os seus companheiros, não chegaria nesta fase da competição com tanta chance de conquistar o título.
O Palmeiras está assim pelas próprias pernas. Afirmo em dizer que se não fosse a OBSESSÃO de querer a Libertadores e o Mundial de Clubes, tudo seria mais fácil e como dito anteriormente, em minhas colunas, os atletas não possuem o DNA da Acadêmica de Futebol.
Não posso deixar de avaliar o Corinthians, que não engrena e patina em momentos obrigatórios de vencer, Carille não encontrou o atacante certo para alcançar os pontos que precisa. Já o São Paulo, contou com a chegada de Daniel Alves, Juanfran, Alexandre Pato e Hernanes, mas apenas os dois primeiros mostram algo mais para o técnico Cuca, que sofre em colocar o time no eixo.
Eu acredito que outras duas equipes serão algozes destes citados, falo de Athlético-PR e Internacional-RS, que após a final da Copa do Brasil, assumirão a função de referências do Brasileirão 2019. Se não tirarem o pé, poderão chegar entre os quatro primeiros colocados, não vencerão a competição, mas darão trabalho.
Você deve querer me perguntar – Qual time será campeão?

O Mano que é fiel!

Alô Amigo!

A torcida do Palmeiras está incomodada com a questão do novo treinador ser um técnico com identidade corintiana e ao mesmo tempo, enraizada com o diretor de futebol Alexandre Matos.

O que mais nos deixa perplexos é que realmente o Mano Menezes é um técnico campeão, de grife e ao mesmo tempo um comandante desacreditado por muitos jogadores.

Não podemos saber o que se passa nos vestiários, mas que o período muito longo de convivência com ele é algo que se torna questionável e muitas vezes preocupante.

No Cruzeiro, sua última equipe, ele ficou por três temporadas e foram anos de muitas conquistas para o time mineiro, que surpreendeu a todos com os títulos nacionais e que colocaram o Estado das Minas Gerais em evidência no país todo, sendo em muitos casos traçados um embate com arquirrival Atlético, que por sua vez se motivava em fortalecer o elenco com um time qualificado.

Quando anunciado pelo presidente palmeirense Mauricio Galliote, Mano Menezes foi muito criticado e ofendido pelo torcedor, que percebeu que o nepotismo de Matos esta presente nesta gestão tumultuada do time mais caro, ao lado do Flamengo do Brasil.

Não afirmo que é nepotismo, mas digo que é confiança em uma estratégia que deu certo e que muitos colheram frutos e que diante de todo o planejamento, com certeza o Palestra Itália paulista conseguirá conquistar o que busca a anos que é justamente, o Mundial Interclubes.

Para esse objetivo ocorrer, muitas coisas têm que mudar no elenco, principalmente identificar um líder dentro de campo, pois o time não tem alguém que seja de sangue verde e que vista com afinco a camisa da Sociedade Esportiva Palmeiras, como na década de 90, com o time de Wanderley Luxemburgo, que foi a máquina de fazer gols, com Evair e Edmundo reinando nas áreas adversárias.

Eu entendo que o treinador tem o seu perfil duro, mas amadureceu ao longo deste período na equipe celeste, pois a sua demissão na Seleção Brasileira, de forma questionada, depois que veio do Corinthians, o fez refletir que diante do trabalho, identificar as pessoas e entender os jogadores o fizeram quebrar barreiras, muitas vezes inquebráveis e impossíveis de serem ultrapassadas, por simplesmente as pessoas não acreditarem nele. Eu creio que muitas vezes ele próprio não acredita no trabalho dele.

Vamos ver o que acontece, mas está na hora do Palmeiras ter paciência e seguir exemplos de Manchester United, Barcelona, Real Madrid e dentre outros, com o planejamento a longo prazo e vida próspera para o treinador impor o seu trabalho e colher os frutos, que são os títulos.

 Sidney Botelho – Instagram @sidneybotelhooficial

Storytelling – seja você e conquista o seu público!

Alô Amigo! Nesta coluna serei um contador de histórias, pois creio que a oratória é justamente falarmos de nós para o público que negociamos, instruímos, ensinamos e o principal, nos relacionamos ao longo da vida pessoal e no âmbito profissional.

Muito se fala de “Storytelling” e afirmo que muitos podem exercer essa técnica no dia-a-dia, com técnicas que facilitam o desenrolar de qualquer apresentação, alcançando e melhorando o conhecimento e o entendimento do conteúdo transmitido.

Quando se pratica o storytelling, o profissional abrange todo o cenário e todos os aspectos do que se é relevante que oferecerá para a sua plateia e, quando falamos de público, não escrevo de quantidade, mas da qualidade da estrutura retórica e de roteiro que surpreenderá quem reservou minutos ou horas para ouvi-lo e assisti-lo.

Sempre reforço que a comunicação se expande a cada fração de segundos e o medo de falar em público ultrapassa esse sentimento tão limitador das pessoas que o tem e, que deixam de conquistar empregos, promoções, contratos milionários e até mesmo sair do ostracismo para chegar ao topo da carreira.

Os meios tecnológicos colaboram muito para que esse “gelo” seja deixado de lado e o profissional encare com mais naturalidade o palco dos negócios e flua com o que possui de melhor para a sociedade, que é o seu conhecimento em diversos setores.

Toda apresentação deve conter o que aprendemos desde criança com a nossa professora de literatura – o começo, o meio e fim. Mas para que essa dissertação seja eficaz temos que estruturar de maneira que todos venham a entender e se entusiasmar com o que é oferecido.

Ser um contador da própria história é muito difícil, pois quantas vezes nos preocupamos em responder a pergunta – Quem é você?, ou talvez, Defina os seus pontos fortes?

Mas o segredo para iniciar a sua própria história é entender o que se passou ao longo da sua trajetória pessoal ou profissional é relevante para o interlocutor. Diante do conteúdo, fortalecer a reflexão dos pensamentos e motivar as pessoas a verem que diante da superação, do êxito ou até mesmo do fracasso, venham gerar mudanças de atitudes e hábitos em todos e, com essa apresentação enriquecendo o aprendizado,criando o engajamento a multiplicação do conteúdo, podendo se tornar uma metáfora para as pessoas que ouvirão em outras ocasiões.

As técnicas do storytellingé aprender definitivamente falar em público com a qualidade de grandes oradores, entender que a apresentação oral, corporal, visual e do material exposto seja impactante e o principal consistente.

O domínio das palavras e a sabedoria de aplicar perante a plateia tem que ser vivida com a mesma energia que se viveu os momentos que serão compartilhados para o público. A energia dedicada gerará o envolvimento contínuo e motivador de todos que ali estão e consequentemente alcançará o encantamento geral, sabendo que o seu discurso transformou pessoas, aumentando a empatia e satisfação, fazendo crer que a sua missão e o seu propósito estão no caminho que tanto deseja para a sua vida.

Sidney Botelho

O que acontece com o Palmeiras?

Alô Amigo! A semana foi marcada pelo tropeço do Verdão na Copa Libertadores da América, diante do Grêmio-RS, em pleno estádio do Pacaembu.

Se a empresa de empréstimos bancários não souber cobrar os seus dividendos, que no caso do futebol, são títulos internacionais, chegamos à conclusão que a ampliação de capital pode ser reduzida ao longo do período contratual. 

O que percebemos é que o time do intolerante Luiz Felipe Scolari, não está se permitindo quebrar a barreira das fases mais agudas da competição sul-americana, que dá direito a possibilidade de disputa do Mundial de Clubes, no final do ano.

Quando pensamos em equipe, modéstia parte eu não vejo e muito menos entendo o elenco do Palmeiras como um time de verdade, pois aparentemente os atletas, mesmo com talentos individuais, não conseguem oferecer o que o torcedor espera na sua essência.

É lamentável ver uma eliminação como a que foi para os gaúchos, devido à falta de dedicação de alguns craques que não mantém o rendimento que se deveria e, ao mesmo tempo, todo o treinamento oferecido na semana sendo aberto ou fechado, é em vão.

Criticar os grandes nomes é justamente, jogar contra a pátria e a paixão clubista, todavia eu quero crer que a derrota é resultado de limitações psíquicas e motivacionais. Além do mais, todo o cenário de apoio se faz presente ao time em geral, pois a diretoria traz peças de reposição de acordo com a notoriedade de cada jogador que se desempenha uma boa prática em clubes do nosso país ou do exterior.

Mas a pergunta que não quer sair da cabeça, o que acontece com o Palmeiras? A resposta é mais complexa do que todos pensam e querem buscar um diagnóstico final. A dificuldade existe porque ninguém é capaz de mostrar que um time só é um time se os jogadores entenderem que são prestadores de serviços e o mérito se faz por conquista e de agradar o cliente, que é o torcedor.

A mentalidade de que os jogadores possuem, ultrapassa o trabalho motivacional, se refere ao lado comportamental. Não quero afirmar que falta entrega, porque não estou no ambiente interno das instalações da Academia de Futebol, mas é muito nítido, no semblante dos atletas, que eles não possuem identidade com a camisa de um clube de 105 anos.

A mentalidade de que os jogadores possuem, ultrapassa o trabalho motivacional, se refere ao lado comportamental. Não quero afirmar que falta entrega, porque não estou no ambiente interno das instalações da Academia de Futebol, mas é muito nítido, no semblante dos atletas, que eles não possuem identidade com a camisa de um clube de 105 anos.

Agora torcedor, é hora de ter paciência e esperar mais 15 meses para chegar ao objetivo, que é o título mundial de clubes.

Saber falar não é sinônimo de comunicação assertiva

Alô Amigo! Realmente o tempo passa e as pessoas adquirem novos hábitos para se adequarem a realidade moderna do mundo globalizado, na esperança que as novas atitudes são pertinentes para alcançar os objetivos e conquistar o espaço que lhe é de destino, desfrutando de uma harmonia inexplicável.

Se existem mudanças de comportamentos, a comunicação passa por transformação contínua e em uma velocidade rápida e incontrolável para aquele que não se aprimora em relação ao tema.

É muito comum observarmos pessoas que possuem a habilidade da fala e até mesmo de uma boa oratória, mas não conseguem galgar no caminho que desejam e se incomodam em verem os seus pares se destacando com melhor aproveitamento, mesmo não contemplando as mesmas aptidões.

Por isso eu defini o título desta coluna com a afirmação de que a comunicação não é apenas saber falar. A comunicação assertiva é ampla e muitos profissionais não exploram esse dom com naturalidade, pois diante do cenário atual, no qual as pessoas possuem inúmeras ferramentas para o aprimoramento, mas ao mesmo tempo não usufruem como deveriam.

Percebo, no dia-a-dia, em treinamentos, congressos, workshops, dentre muitos eventos em que sou convidado a participar, que falta o preparo para muitos oradores, palestrantes e treinadores quando o tema é a comunicação. Quando saímos do palco do auditório e entramos nas salas de reuniões, profissionais e executivos não conseguem se expressar com a eloquência necessária para atingir o convencimento das pessoas que lhe propuseram ouvi-los.

Não vejo tanto medo desses profissionais de se apresentarem em público, mas é evidente que não houve tempo e dedicação para a elaboração da respectiva apresentação. A falta de preparo para o conteúdo e a sabedoria do que tem que ser mostrado naquele “grande momento” é o maior desafio para este profissional, pois em minutos, todo o trabalho pode ser descartado, por não ser atraente para o ouvinte ou o receptor da mensagem passada pelo apresentador.

Desenvolver-se na comunicação e entender verdadeiramente a necessidade do seu público o faz capaz de aumentar a autoridade perante ao interlocutor, garantindo êxito na negociação, na transmissão do conhecimento e a satisfação de perceber que tudo que foi entregue resultou em melhoria para quem se dedicou a ouvi-lo por uma fração de horas.

O segredo que vale ouro na comunicação é realmente mostrar ao público alvo que este mesmo público é valorizado pelo apresentador, pois o envolvimento integral é fundamental para a transmissão do conteúdo, gerando o envolvimento de ambas as partes, facilitando o entendimento, indiferente que sejam temas complexos ou técnicos.

Eu afirmo, o mercado corporativo não permite mais pessoas sem essa aptidão, pois o crescimento das companhias e o desenvolvimento do profissional na empresa se darão com a comunicação entre todas áreas, gerando o engajamento e criando oportunidades de integração entre todos os setores e, consequentemente o resultado será de aumento de faturamento e da excelente negociação junto ao cliente.

Sidney Botelho