Ser palestrante, o desafio para os novos influenciadores intelectuais!

Alô Amigo! A comunicação é surpreendente e a cada dia, com o avanço das redes sociais e a multiplicação de plataformas digitais de áudio de vídeo, os profissionais estão engajados e determinados a conquistar a autoridade e o reconhecimento, por intermédio da divulgação de conhecimento e distribuição de técnicas eficazes para conquistarem o sucesso em todas as áreas da vida pessoal e profissional.

Diante deste cenário de comunicadores, aumentou estrondosamente a quantidade de novos palestrantes de impacto e profissionais especializados em suas áreas correspondentes, que geram faturamentos altíssimos com treinamentos e cursos, além de apresentações curtas de apenas uma hora de duração.

Segundo órgãos responsáveis, as empresas aumentaram a procura para motivar, orientar e cultivar conhecimentos distintos para os seus colaboradores, facilitando o crescimento dos influenciadores intelectuais.

O mercado das palestras aqueceu gradativamente e é muito positivo para nós que treinamos os novos palestrantes e multiplicadores do conhecimento. Todavia, todo aprimoramento teórico de apresentação deve ser feito continuamente para que o público alvo receba a informação passada com a naturalidade dos grandes treinadores e que o conteúdo gere reflexão e mudança de hábito, atitude e direção do estado em que se encontra o espectador.

Muitos palestrantes sabem que o conhecimento é o que atrai o público para os eventos oferecidos pelas empresas, mas o que fez com que a participação, desses profissionais, aumentasse é justamente entender a necessidade do cliente e sintetizar o máximo para quem em pouco tempo no encontro, alcance o objetivo de modificar o mindset dos colaboradores.

A metodologia que será adotada, pelo palestrante, é de acordo com as suas características, pois cada influenciador tem o seu carisma, o poder de persuasão, mas sobre tudo o entendimento de sua identidade e da marca criada com o tempo de carreira.

Subir ao palco é estar conectado com a maior quantidade de pessoas possíveis, para que isso ocorra o palestrante tem poucos segundos em avaliar e perceber o que é esperado pela plateia. A ansiedade e expectativa são sentimentos conflitantes, cabendo o apresentador se reunir para analisar e realizar o levantamento da cultura, valor, histórico e a avaliação do que será apresentado ao cliente no dia do evento.

Todo o planejamento é pouco para que o serviço tenha o seu resultado esperado, pois o palestrante pode ter a qualidade de encantar no palco, ter o conhecimento teórico da sua área de atuação, saber ser motivador e incentivador, polêmico ou descontraído, mas se não viver aquilo com veracidade poderá cair no ostracismo e ao invés de ver mudanças nas pessoas, será considerado mais um aventureiro.

O mercado esta aberto para todos e como formadores de opiniões, temos que buscar o nosso nicho e o espaço em todos os setores, transformando as pessoas e eternizando o conhecimento com sabedoria e excelência, mostrando que diante de um discurso envolvente a sociedade se fortalecerá e o desenvolvimento humano virá de encontro com a prosperidade das pessoas e consequentemente, aumentarão os números de eventos e palestras ministradas. E você, esta preparado para esse mercado?

Sidney Botelho


Futebol moderno é politizado e chato!

Alô Amigo!

“Vamos matar os gambás” – afirmou em um vídeo o presidente do Santos José Carlos Perez se referindo ao Corinthians, que enfrentará, neste domingo, pela primeira partida da semifinal do Campeonato Paulista.

A frase não caiu bem no time adversário, mas na opinião dos atletas que se declararam, mostrou realmente que o esporte, mais popular do Brasil, esta se tornando o mais elitizado possível no quesito ambiente dos bastidores.

Avaliando a declaração do comandante do Peixe eu entendo a declaração que poderá ter duas interpretações, sendo a primeira justamente de ofender o Timão e a outra apenas um comentário de torcedor entre amigos, que normalmente acontece em um bate-papo ou grupos de mensagens.

Não é o momento de criticarmos, pois a mensagem não foi em uma coletiva ou até mesmo em uma entrevista oficial, por isso, ele tem todo o direito de brincar com os amigos. Na verdade, o maior culpado é o amigo que divulgou a mensagem para outras pessoas e diante da rapidez da comunicação moderna a mensagem se proliferou nas redes sociais.

Nos anos passados tínhamos muito desse tipo de “zoeira”, muitas vezes saudável e nada ofensivo. Como no UFC, no Boxe, na Fórmula 1, em qualquer outro esporte, existem provocações que vão além da disputa e faz com que todos se motivem e o desafio tenha a sua “pimentinha” nos olhos do outro.

Quem não se lembra quando as arquibancadas eram conquistadas com o número de torcedores que chegavam ao longo do jogo e os policiais tinha que aumentar os gomos, assim eram chamados os setores do estádio, quando as cordas eram movidas e a adrenalina subia para que o torcedor visitante ou o mandante. Isso era espetacular, pois parecia um gol e a festa naquele instante era a mais marcante do dia, pois o placar poderia ser 0x0.

A sociedade mudou muito nos tempos modernos e se alguém provocar o outro teremos quebra-quebra, pela intolerância que se enraizou nos sentimentos de muitos torcedores que não estão interessados em vibrar com seus jogadores, mas criticar ou até mesmo, destruir o que veem pela frente como se aquele ato resolvesse o seu problema interior ou simplesmente, extravasar algo particular que ficou preso durante toda semana.

Temos que viver mais e saber refletir que as nossas ações geram reações e consequências futuras, por isso, voltando ao presidente santista, espero que todos entendam a situação e divertem-se com o espirito esportivo e descontraíd

Sidney Botelho – Instagram @sidneybotelhooficial

Oratória – seja natural e conquiste as pessoas!


Alô Amigo!

Falar em público é algo terrível para milhares de pessoas no mundo todo e mesmo diante da modernização das comunicações e meios de relacionamentos ainda temos receio de encarar o temível microfone perante uma plateia ou até mesmo, executivos que nos avaliam diariamente em nossas empresas.

Se comunicar é realmente uma das características mais importantes para o crescimento em qualquer setor da sociedade e afirmo em dizer, que quando a comunicação é praticada com eficácia, a conquista daquele objetivo ou projeto fica muito mais fácil de se alcançar.

O mundo corporativo precisa de profissionais comunicadores e que saibam expressar o conhecimento adquirido pela experiência, podendo compartilhar suas ideias e os conceitos para que outras pessoas divulguem todaa metodologia ou filosofia criada, gerando realmente o ciclo do desenvolvimento humano para as grandes companhias.

São muitos pontos para se desenvolver para atingir o estágio da comunicação ideal e quando passamos para quesito apresentação ou discurso, o maior desafio é conseguir somar conteúdo, tempo e oratória.

Subir ao palco não é fácil, mas quando é praticada a arte da apresentação tudo fica natural, pois o que muitos profissionais esquecem é que as pessoas estão naquele espaço de eventos ou, em uma sala de reuniões, querem ouvi-lo e aprenderem sobre o seu conteúdo e a mensagem que será transmitida.

Uma das técnicas que eu utilizo quando me apresento em qualquer lugar é que tenho que oferecer algo novo e que a minha mensagem gere uma mudança de comportamento para as pessoas que me assistem. A partir do momento que apliquei essa filosofia pela primeira vez, eu pude perceber que em todas as palestras, discursos ou debates, as pessoas entendiam o que foi passado e aumentava o poder de entendimento do que foi dito, indiferente se fosse algo motivacional ou técnico cientifico.

Falar em público é estar conectado com as pessoas de maneira que elas se sintam caminhando ao seu lado no palco, como em uma conversa entre amigos em um ambiente tranquilo. Diante dessa conexão é que a fluência do conteúdo e teoria se multiplicará para o fechamento final de qualquer mensagem que é justamente algo de reflexão daquilo que foi passado ou a apresentação de uma proposta comercial importante para a sua empresa ou até mesmo, de um novo produto ou serviço que é a essencial para a vida dela.

Não existe comunicação sem o sentimento de estar presente no lugar e conhecer o público alvo. Quando o apresentador se dedica algumas horas para analisar o conteúdo, a cultura, os valores e filosofia de vida da empresa e das pessoas que o assistirão, ele dá um passo gigantesco para superar os seus medos e encantar a todos com o que se possui, que é justamente o conhecimento, bem mais precioso que um ser humano por ter.

A dica mais fundamental que posso oferecer para quem lê esta coluna é praticar em casa com a família, amigos e no futuro com os colegas da empresa e quando perceberestará preparado para ser a referência dentro da sua companhia.

Sidney Botelho

Futebol brasileiro – os dirigentes de quadro de parede!


Alô Amigo!

A sociedade brasileira se moderniza a cada fração de segundos, diante da tecnologia, redes sociais, meios de comunicação, surgimento de novas profissões e costumes que nos dão melhor forma de viver neste mundo tão globalizado e de oportunidades.

Existem profissionais que levarão décadas e talvez, afirmo agora, em 2019, podendo ser consultado por quem quiser pesquisar e aproveitar as minhas palavras, que nunca mudarão a postura e a forma de agir ou de ser. Estou falando dos políticos e dos dirigentes esportivos brasileiros.

Como o foco, neste espaço, é o esporte, não tecerei comentários sobre os nossos maravilhosos políticos, mas podemos dizer que a analogia servirá para ambos.

A semana foi marcada por episódios que envolvem os excelentíssimos presidentes e dirigentes de clubes com suas belíssimas gestões arcaicas e ultrapassadas.

O que dizer do presidente do Fluminense Pedro Abad que convocou uma guerra antes da final da Taça Guanabara, no Rio de Janeiro, diante do Vasco da Gama, e assistimos uma barbárie ao redor do estádio do Maracanã, sendo que a imagem que marcou o episódio foi de uma mãe segurando um bebê e correndo para procurar um abrigo seguro.

Outro dirigente que roubou a cena, ou melhor, voltou a cena, foi Marco Pollo Del Nero, ex-presidente da CBF, que proibido de exercer qualquer função no futebol, mantém o seu nome no quadro de conselheiros do Palmeiras e com isso a FIFA pode punir o time alviverde, com perdas de pontos e possibilidade de rebaixamento, caso não seja explicado.

No São Paulo, que tem um presidente e um dirigente, que estão destruindo a história de um time que era tido como um exemplo de administração e hoje, é a chacota dos clubes, com ações inadequadas e sem planejamento. Resumindo o caso, demite o Jardine, promove Mancini, que não queria o cargo e contrata Cuca, que começará a trabalhar em abril. Precisa falar mais?

E por fim, o presidente do Flamengo Rodolfo Landim que se complica a cada dia mais na tragédia provocada pela má gestão do clube, no incêndio no Ninho do Urubu, que morreu 10 jovens atletas. Simplesmente, o pouco caso dele, por falta de apoio aos familiares desgasta todos os envolvidos e demonstra a irresponsabilidade e falta de sensibilidade do maior clube brasileiro.

São muitos casos e eu precisaria de uma edição do jornal inteira para relatar tudo que eles fazem de mal para os associados, jogadores e torcedores. Reflita comigo, até quando vamos aguentar pessoas que apenas querem aparecer por vaidade e ego, sem solucionar os problemas internos e mostrar alternativas para o desenvolvimento da marca, aumentando a receita e fazer um time campeão?

Tudo isso ocorre, por que os clubes ficam com dirigentes ultrapassados e que enxergam apenas o próprio nariz, deixando de lado o que lhes foi incumbido, que é gerir e administrar o clube com êxito. E êxito não são títulos somente, mas manter times competitivos, estruturados e que entram para história do futebol.

Sidney Botelho – Instagram @sidneybotelho –

Quer surpreender o seu cliente? COMUNIQUE-SE!


Alô Amigo! Como é bom ter uma comunicação eficaz em todos os setores de atuação que vivenciamos ao longo do nosso dia a dia, dentro e fora das empresas, inclusive quando praticamos essa qualidade em nosso lar, com eficiência e muita naturalidade.

Neste início de 2019, participei de muitos congressos e workshops. Percebi que os temas abordados sempre direcionavam para a melhoria da comunicação entre os colaboradores internos da companhia e a comunicação junto aos seus clientes, criando a possibilidade de tomada de decisões e aumentando a criatividade dos ouvintes.

O curioso que as dezenas de profissionais que pude avaliar, neste período e, ao mesmo tempo, mostrar a direção de algo que eles não percebiam e esqueciam de praticar, pois é algo tão fundamental para o aproveitamento da oportunidade que lhes ofereciam, naquele momento especifico, que é “surpreender o cliente”.

Não é fácil encantar a todos no primeiro contato, sendo que em uma negociação ou apresentação de uma marca ou até mesmo, na defesa do plano de negócios junto aos diretores da respectiva empresa. Essa abordagem se torna um bicho de sete cabeças, com receio de que cada palavra possa mudar o caminho daquele encontro.

O mundo corporativo atual está carente de profissionais que possuem essa característica e esse domínio de comunicação focada a negócios, afirmo que esse mercado é estreito e apenas os melhores serão selecionados, por possuírem o diferencial de treinar incessantemente para se “habilitar” e seguir o que lhe foi proposto – vender, gerar resultados e aumentar o lucro da empresa.

Os grandes comunicadores sabem negociar com excelência, porque buscam o aprimoramento de entender o seu público como um todo, sendo que o simples olhar nos olhos os fazem crer que alcançarão o objetivo de surpreender aqueles que lhes ouvem.

Você deve se questionar – Como eles conseguem ter esse desempenho tão envolvente? A resposta inicial, que muitos desses profissionais nasceram com o “talento”, mas se permitiram a buscar a qualidade, com técnicas e ferramentas, até alcançarem 100% da sua “habilidade”.

A habilidade é a perseverança do seu talento, pois se não for aprimorado e adequado a realidade das pessoas do seu convívio, logo o profissional perceberá que não aproveitou o limite máximo do seu dom.

A frase fale menos e execute mais é muito pronunciada entre os profissionais, mas quando se tem o domínio da comunicação ou da negociação, o seu público ou o cliente, perceberá que você, realmente é diferente, pois usou a melhor forma de falar para executar com excelência o que foi prometido, surpreendendo todas as expectativas dos seus clientes.

Espero que você busque o melhor de você, comunique-se com você e mostre o seu talento para as pessoas que estão a sua volta.

Sidney Botelho.

Futebol – o esporte mais egoísta do país


Alô Amigo!

Eu começo a minha coluna com uma reflexão – Qual é o objetivo de um clube de futebol? Ser Campeão e faturar com o prêmio da conquista ou simplesmente participar do torneio mesmo que neste não tenha tanto interesse, mas é obrigado pela Federação?

O futebol é o esporte de egoístas e de pessoas que não veem mais o esporte como uma competição de quebra de limites ou até mesmo de aumentar a quantidade de troféus. É nítido o desinteresse de muitos clubes em participarem de torneios tradicionais, mas não dão mais a credibilidade que ofereciam anos anteriores, por isso deixa de lado e apenas cumprem o protocolo para atender as exigências das federações e confederações.

Estamos no período mais importante do Campeonato Paulista, mas as cabeças de todos os clubes não estão com o foco apenas nesta competição e alternam a “chavinha” por um período pequeno, pois poucos dias depois têm outro torneio, que em alguns casos oferece mais prêmios do que o outro.

São vários exemplos a serem citados, neste espaço jornalístico, mas o que me deixa mais desanimado e desapontado com tudo isso é que tudo se repete continuamente e os dirigentes não mudam a nossa percepção sobre o assunto.

Não é ruim disputar dois, três, que seja quatro competições simultaneamente, mas quando assinar o documento de participação ou afirmar que estará com a respectiva camisa nos gramados dos estádios autorizados para as partidas, faça o melhor e ofereça ao público o time mais ideal possível para que no final todos comemorem com muita satisfação e alegria.

O planejamento é algo fundamental, antes de confirmar a participação no campeonato, principalmente pelo desgaste que terão ao longo de todos os jogos que disputarão. Todavia, se eu tenho 42 anos de idade, ouço e leio diariamente, os clubes reclamarem do calendário apertado, não permitindo a preparação ideal para uma partida especifica.

Não sejamos hipócritas, ninguém faz o que não pode ou simplesmente no meio do caminho desiste do objetivo, daí vem o questionamento – Sabendo que um torneio é ligado ao outro e este oferece uma vaga para o outro, por que não se planejar para a disputar todos ou simplesmente ter a capacidade de reconhecer que não pode participar, devido a falta de recursos, renunciando um deles para fazer o melhor e mostrar a força máxima na competição que pode participar de verdade?

Sabe a resposta? Egoísmo. Nós seres humanos queremos tudo e abraçamos o mundo e quando vemos a comemoração não a mesma, porque temos que pensar no dia seguinte, pois já temos outro desafio.

Talvez uma dica para essa reflexão e que serve para todos nós, “façamos o que podemos e que façamos o melhor sempre com alegria e satisfação”.

Bom domingo!

 Sidney Botelho – Instagram @sidneybotelhooficial

A tecnologia do VAR ajuda ou atrapalha?


Alô Amigo!

Polêmicas e mais polêmicas são geradas pelo equipamento de tecnologia no futebol, mas a pergunta que não sai da cabeça dos torcedores, será que realmente ajuda ou atrapalha?

Muitos dizem que chegou para ficar e que auxilia para evitar injustiças no esporte mais popular do planeta, mas ao mesmo tempo, vemos erros na avaliação dos árbitros de campo e que traz um novo questionamento, será que eles estão preparados para assumirem a decisão da máquina?

A revolução industrial começou no século passado e todos nós vimos a evolução da chegada de grandes computadores, robôs e equipamentos que foram desenvolvidos para ajudarem na prática de inúmeras profissões e logicamente percebemos que em alguns casos, foi extinta a função de algumas devido a máquina assumir o procedimento daquilo anteriormente feito pelo homem.

Quem ama tecnologia sabe o que eu estou explanando, nesta coluna, mas quem não quer melhoria se exime de perceber que realmente a mesma chegou para ficar e não para ser deixada de lado.

O arbitro tem que entender que o auxílio externo permite que ele tenha 100% de acertos e evite as críticas futuras sobre a sua atuação.

Sabemos que os olhos estão de todos os lados, mas diante do cenário atual, onde o futebol se tornou um negócio lucrativo para muitos empresários e principalmente para os clubes, quanto mais apoio é melhor para que tudo seja o mais verdadeiro possível.

Eu entendo que a autonomia do arbitro de campo deve ser revista, pois é nítido que muitos não abrem mão de mudarem a decisão tomada no momento do lance. Talvez isso foi justamente o que eles trouxeram por anos, não ouvindo os auxiliares das laterais e também os de linha de fundo.

Quando o arbitro tem a oportunidade de mudar o rumo do jogo com o que é correto, gera mais credibilidade para o VAR, porém não vemos isso com frequência e aos poucos eles próprios estão exterminando esse mecanismo por não aceitarem e ao meu ver se aceitarem como um gestor da máquina.

Os maiores erros acontecem com árbitros onde as culturas são enraizadas das vantagens alheias, pois é perceptivo que isso ocorra em todos os jogos que temos profissionais que não se encontraram na carreira e querem que a sua decisão prevaleça, fato que nos dias atuais com gestões em “Y” tudo muda e quanto mais compartilhada a decisão melhor será o resultado final do espetáculo, do projeto ou no nosso caso, o esporte.

Mudar o pensamento é querer se desenvolver como profissional, pessoa e o principal, gerar autenticidade para facilitar o trabalho e aceitação das pessoas como um todo.

Sidney Botelho – Instagram @sidneybotelho – Site: www.sidneybotelho.com.br

Comunicação efetiva, o jeito novo de se relacionar nas empresas

Nos dias atuais vejo muitas pessoas buscando alternativas para se relacionar, principalmente com o avanço das redes sociais, que dominaram a forma de interagir em todos os setores da sociedade globalizada.

Neste primeiro artigo, na Cloud Coaching, eu não posso deixar de agradecer o privilégio de fazer parte de um seleto de time de grandes nomes do mercado corporativo, treinamentos, coaching e minha especialidade comunicação. Justamente, nesse momento tão importante de desenvolvimento humano das pessoas, eu espero te conquistar com os meus textos e mostrar a forma que eu me comunico com os meus leitores, ouvintes, telespectadores, internautas e todos que se relacionam comigo.

No tema inicial, trago para você a comunicação correta para que mude o relacionamento dentro da empresa em que colabora ou que lidera, sendo no setor público ou privado.

Ao longo da minha carreira executiva nos ramos de telecomunicação, tecnologia, eventos e jornalístico, o maior desafio que eu enfrentava era encontrar o jeito certo de abordar os meus pares e os meus líderes, pois sou de uma geração no qual a formalidade dominava todos os departamentos das empresas, além do mais a interação ineficaz dos outros setores burocratizava o andamento de projetos e negociações específicos.

Com o passar dos anos, o próprio líder percebeu que não mais era possível se relacionar daquela maneira e que muito se perdia com as ações da gestão arcaica que ele exercia.

Eu mesmo me desenvolvi para conseguir atender a todos, com algo peculiar, que muitas vezes não percebemos e enriquece muito o nosso potencial de abrir novas frentes e criar oportunidades de crescimento da empresa e principalmente, o nosso networking.

O segredo de tudo isso é viver o seu ambiente com a maior naturalidade possível, entendendo cada pessoa com a essência que ela lhe oferece, mas sabendo valorizar suas respectivas qualidades e limitações e ao orientá-la, saber elevar os pontos de melhorias como se estivesse em um diálogo pessoal, observando os gestos das mãos e pernas, valorizar as reações do olhar, mas sentir o timbre da voz da pessoa que te ouve.

Mas sinta-se presente neste momento, pois o que for dito resultará em um processo de transformação contínuo de ambas as partes, favorecendo a renovação de valores que muitas vezes esquecemos, que são o respeito profissional e o aumento do engajamento do colaborador ou liderado.

Comunicação eficaz é a entrega verdadeira e genuína no que nos propomos fazer, pois não adianta entrar em uma sala de reuniões, num jantar de negócios, no happy hour da empresa ou o melhor, nas brincadeiras dos nossos filhos e não mostrarmos o que temos de bom, que é proferir palavras que farão a diferença para a sociedade mais justa e harmoniosa.

Como eu sempre digo, viva o momento, com coragem e coração.

Grande abraço e até o próximo artigo!

Sidney Botelho.

A CBF inova e importa treinadora para o futebol, será o futuro do esporte?


Alô Amigo!

Parece que o esporte mais popular do Brasil esta mudando o pensamento de restruturação e de entendimento para conquistar novos objetivos, profissionalizando a categoria feminina do futebol.

Nesta semana a CBF anunciou a contratação da técnica sueca Pia Sundhage, assumindo o lugar deixado por Vadão, após o péssimo resultado obtido na Copa do Mundo, realizada na França, no mês passado.

O futebol feminino esta ganhando corpo no nosso país, mas tem muito o que evoluir para que tenhamos além de apenas uma jogadora de referência, que é a Marta. A chegada dessa profissional faz com que os clubes entendam que se todos se aplicarem em buscar atletas com o mesmo empenho que fazem com os homens, podemos nos igualar as americanas, suecas, australianas, norueguesas e as francesas.

Já tentamos muitas vezes iniciar esse processo de transformação, todavia naufragamos com a falta de empenho de todos que não veem o mesmo glamour no que elas nos oferecem dentro de campo.

Na última competição mundial, foi muito importante para que as crenças fossem quebradas e deixadas de lado por muitos que torcem o nariz quando o assunto é o futebol feminino.

Estamos décadas atrás dos países que se aplicaram antes de nós, brasileiros. Mas o que é tão diferente do masculino para cair no gosto da massa? Na verdade, temos que pensar igual quando comentamos sobre outros esportes que fizeram o público vê-los com outra mentalidade, por exemplo, vôlei, basquete, natação, judô, tênis e automobilismo.

Nós brasileiros só pensamos em futebol e esquecemos das outras modalidades e, isso prejudica o desenvolvimento da multiplicação de praticantes e ao mesmo tempo, deixamos de produzir e empolgar os mais jovens, pois tudo se torna modismo por um tempo e ao longo dos anos, sem incentivo e não precisa ser financeiro, mas sim de apoio de divulgação na mídia, o esporte fica de lado e se perde nas lembranças.

O futebol feminino não pode ser visto apenas em Jogos Olímpicos ou competições internacionais, esta na hora de todos se mobilizarem em criarem mais interesse do torcedor e este investir um tempo para lotar estádios para que os patrocinadores vejam que vale a pena colocar a marca naquele projeto.

Voltando na chegada da treinadora estrangeira para comandar o futebol, traz a discussão de alguns anos, será que um estrangeiro pode, um dia, dirigir a seleção principal masculina?

E outra pergunta que fica para reflexão – Será que o Brasil não precisa ser reinventado para o futebol em geral, tanto para jogadores quanto treinadores?

Vamos abrir os olhos, pois não somos mais os soberanos no futebol!

Sidney Botelho – Instagram @sidneybotelho – Site: www.sidneybotelho.com.br

Brasileirão 2019, o ano dos treinadores Zen! Será?


Alô Amigo!

Começou o Campeonato Brasileiro e com a competição as polêmicas das novidades impostas pela FIFA para os clubes que têm como cultura a opinião própria, muitas vezes discordantes do regulamento que eles próprios assinam antes mesmo do pontapé inicial.

Acredito que uma das novidades é justamente, algo que se utiliza desde a década de 1970, o poderoso cartão, que tem as cores amarelo e vermelho. Se os jogadores eram presenteados por esse objeto, agora os treinadores terão o privilégio de somarem cartões durante o ano.

A medida servirá talvez para evitar qualquer problema cardíaco, talvez! Vejam os exemplos de Ricardo Gomes, Muricy Ramalho e até mesmo, Cuca!

Na verdade, os técnicos brigões ficarão mais cautelosos quando reclamarem para o quarto árbitro de alguma ação tomada pelo árbitro principal. Aliás, se é para evitar qualquer comentário desagradável para o homem do apito, os treinadores terão como mais um adversário ou até mesmo, motivação, o VAR.

O equipamento tecnológico não convence os comandantes, pois a credibilidade de quem decide, por muitas vezes é questionada por quem quer comandar o jogo, sempre com o intuito de levar vantagem, como falamos nos gramados da várzea, “ganhar no grito”.

Não vejo que os cartões serão a salvação, mas que muitos “professores” ficarão mais tranquilos nos bancos de reservas, eu garanto para você, amigo leitor!

Já que o tema é treinador, vou estender a minha coluna para um ídolo do futebol ou antes que eu receba e-mails de críticas, o mito são-paulino que mostra o profissionalismo que o esporte precisa.

Durante a semana, o técnico do Fortaleza, Rogério Ceni, mostrou realmente que tem planejamento e não pretende mudar a sua estratégia. Sabemos que este líder, tem a opinião extremamente forte e que em muitos momentos foi criticado pelos rivais. Mas, finalmente um profissional recusou uma proposta de um clube que lhe daria a ascensão tão esperada para qualquer outro, todavia se manteve intacto nos seus valores e se manteve no comando da equipe cearense e não aceitou a vaga no Atlético-MG.

A pergunta que se faz, será que o torcedor do Fortaleza, depois de quatro jogos sem vitória pensará no planejamento no seu âmbito geral ou apenas no quesito momentâneo?

Em nosso futebol, treinador tem vida curta no cargo que assume, por outro lado, como os dirigentes não aceitaram a proposta de apenas uma troca no comado do respectivo clube, fica o exemplo, por que não arriscar por um período maior.

O futebol elitizou e agora colhemos o que plantamos e nada mais justo do que desfrutarmos de pensamentos mais contemporâneos e não mais arcaicos.

Viva a modernidade e viva a liberdade de mudanças para o melhor!

 Sidney Botelho – Instagram @sidneybotelhooficial