A tecnologia do VAR ajuda ou atrapalha?


Alô Amigo!

Polêmicas e mais polêmicas são geradas pelo equipamento de tecnologia no futebol, mas a pergunta que não sai da cabeça dos torcedores, será que realmente ajuda ou atrapalha?

Muitos dizem que chegou para ficar e que auxilia para evitar injustiças no esporte mais popular do planeta, mas ao mesmo tempo, vemos erros na avaliação dos árbitros de campo e que traz um novo questionamento, será que eles estão preparados para assumirem a decisão da máquina?

A revolução industrial começou no século passado e todos nós vimos a evolução da chegada de grandes computadores, robôs e equipamentos que foram desenvolvidos para ajudarem na prática de inúmeras profissões e logicamente percebemos que em alguns casos, foi extinta a função de algumas devido a máquina assumir o procedimento daquilo anteriormente feito pelo homem.

Quem ama tecnologia sabe o que eu estou explanando, nesta coluna, mas quem não quer melhoria se exime de perceber que realmente a mesma chegou para ficar e não para ser deixada de lado.

O arbitro tem que entender que o auxílio externo permite que ele tenha 100% de acertos e evite as críticas futuras sobre a sua atuação.

Sabemos que os olhos estão de todos os lados, mas diante do cenário atual, onde o futebol se tornou um negócio lucrativo para muitos empresários e principalmente para os clubes, quanto mais apoio é melhor para que tudo seja o mais verdadeiro possível.

Eu entendo que a autonomia do arbitro de campo deve ser revista, pois é nítido que muitos não abrem mão de mudarem a decisão tomada no momento do lance. Talvez isso foi justamente o que eles trouxeram por anos, não ouvindo os auxiliares das laterais e também os de linha de fundo.

Quando o arbitro tem a oportunidade de mudar o rumo do jogo com o que é correto, gera mais credibilidade para o VAR, porém não vemos isso com frequência e aos poucos eles próprios estão exterminando esse mecanismo por não aceitarem e ao meu ver se aceitarem como um gestor da máquina.

Os maiores erros acontecem com árbitros onde as culturas são enraizadas das vantagens alheias, pois é perceptivo que isso ocorra em todos os jogos que temos profissionais que não se encontraram na carreira e querem que a sua decisão prevaleça, fato que nos dias atuais com gestões em “Y” tudo muda e quanto mais compartilhada a decisão melhor será o resultado final do espetáculo, do projeto ou no nosso caso, o esporte.

Mudar o pensamento é querer se desenvolver como profissional, pessoa e o principal, gerar autenticidade para facilitar o trabalho e aceitação das pessoas como um todo.

Sidney Botelho – Instagram @sidneybotelho – Site: www.sidneybotelho.com.br